O homem que devorava livros
Todos os anos há caras que se repetem na praia. E escritos que se repetem no caderninho. No ano passado tomei nota disto; podia chamar aos repetidos da praia os cromos para a troca...
Hoje o homem que devorava livros estava só a ler o jornal.
O homem que devorava livros, Algarve, 2007.
Da oferta a pagantes
Nas sociedades industriais não manda o mercado. Nem manda a procura. Manda a oferta. E assim o mercado tem tudo o que eu possa procurar. Desde que eu procure o que o mercado oferece. O que o mercado oferece. Se, no mesmo cânone, eu procurar o que o mercado ofereceu posso bem ficar tramado. A oferta é como um surfista cavalgando a onda; tem de ser a última; ele pode lá cavalgar-se a onda anterior que foi descontinuada na praia...
Eu só queria um caderninho clássico de capa preta: com capa rija. E o mercado dizendo-me só: - "Agora com nova capa mole!"
Resisto.
Avô Sereno
Por uma questão de partilhas antigas veio à baila o meu bisavô Joaquim Bernardo, pai da minha avó materna. A tia Mariana diz que o conheciam por Jaquim Sereno. Pois agora recorda-me: a mãe também falava dum avô Sereno...
Europeu
A Espanha lá foi campeã mas a única festa que se ouve lá fora são os grilos. E uma cigarra, também, parece...
Ele há vantagens sem preço em estar na província.
Ilustr.: Maria Keil, Luís Filipe de Abreu, no Livro de Leitura da Segunda Classe.
As memorias das ferias...
ResponderEliminarA minha makina fotografica das ferias conta cada historia...
Maravilhoso de ver e recordar com kem passamos esses momentos
adorei o blog e parabens pelo destaque... foi mais que merecido
Obrigado! Cumpts.
ResponderEliminarNão imagina as recordações que esta imagem me trouxe.
ResponderEliminarO meu livro de leitura da 2ª classe, que foi esse mesmo de onde a imagem foi retirada , foi o livro que durante todo o meu percurso escolar mais me encantou.Ainda hoje o guardo religiosamente e a ele volto muitas vezes.É bom saber que por aí existe alguém que se lembrou dele também.
Parabéns pelo seu blog.Muito bem mesmo.
Também a mim foi o que mais encantou da 1º à 4ª. Aliás da 3ª e da 4ª nem me recorda quais foram; ventos de Abril os trouxeram ventos de Abril os levaram, creio. Escaparam ao vendaval o da 1ª e da 2ª, certamente por serem assim tão excepcionais.
ResponderEliminarCumpts.
Novos:) O Meu livro foi o anterior! Risos.
ResponderEliminarBela fotografia a do senhor leitor. Eu também devo fazer a mesma figura na praia! Só que não leio jornais:)
O Senhor Bic devia ser obrigado a levar pc nas férias, para continuar a postar todos os dias. O Sapo devia providenciar nesse sentido!
Hum! Sendo este blogo passatempo pode parecer adequado. Mas empatá-las-ia na medida em que se tornasse obrigação. Mas é reconfortante receber um comentário assim. Muito obrigado!
ResponderEliminar:)
E mais...Este é um blog que devia estar permanentemente na montra do Sapo. Porque é do melhor que há. Aliás se eles financiassem um livrinho também era boa ideia!
ResponderEliminarAgora pôs-me bem disposto. [Sorrisos]
ResponderEliminarCumpts.
E deixei-lhe um presente no Dias:)
ResponderEliminarObrigado!
ResponderEliminarDe facto, Sr Bic, há vantagens sem preço em estar na província… E em poder “esvoaçar” o pensamento como só nos acontece de férias – para quem “se alimenta” destes voos, naturalmente.
ResponderEliminarE mais uma vez é brilhante nas suas escolhas. Felizmente as células cinzentas não tiram férias por aí! :-)
Abraço (folgo em sabê-lo de volta “à praça”!)
Luciana
Senhor Bic e acertei na Igreja? Ou não era disso que falava?
ResponderEliminar:)
Acertou, pois. Olho vivo, hem!
ResponderEliminarCumpts.
As células cinzentas rejuvenescem nas férias. Desde que se alheiem da esquizofrenia quotidiana...
ResponderEliminarCumpts.