Cor. De Lisboa é caso para dizer que até os daltónicos lhe discutem a cor. Veja lá, de preferência o ocre pombalino, recomenda um byroniano de passagem. O verde, o verde, contrapõe alguém logo aseguir, com os olhos no Tereiro do Paço, «até o cavalo de D. José vai ficando verde, comido de mar», já lá dizia Cecília Meireles.
José Cardoso Pires, Lisboa, Livro de Bordo, 6.ª ed., Dom Quixote, Lisboa, p. 31.
Terreiro do Paço, Lisboa, c. 1970.
Um belo livro esse:)
ResponderEliminarHouve quem chamasse ao Terreiro do Paço, Praça do Cavaleiro ou do Cavalo Negro. Vi isso em postais de 1910.
Cumprimentos
Cabe bem no bolso. :)
ResponderEliminarCumpts.
E veja:
ResponderEliminarhttp://diasquevoam.blogspot.com/2008/01/praa-do-cavalo-negro.html
Cumprimentos senhor Bic:)
Recordo-me dele, sim senhora!
ResponderEliminar:) Cumpts.
Meu Caro Bic,
ResponderEliminarhoje, por causa da Irlanda, até eu consigo ver a Capital da cor. Mas com esta expressão temo pela bolsa dela: se lhe pedirem algum empréstimo, não poderá desfazer-se dos cravas perguntando-lhes "sou verde?" e mandando-os para o BES. Abraço
Fiquemos com o verde da Irlanda, pois então.
ResponderEliminarCumpts.