Melhor que o sr. premiê bradar na Assembleia naquele tom empolgado que lhe é característico que o Tratado de Lisboa é fundamental na sua carreira política, foi vê-lo justificar-se mediocremente da impante vaidade: o Tratado é bom para Lisboa. Percebe-se porquê, não é verdade?!...
A carreira política do sr. primeiro ministro é mero eufemismo para o seu incontido afagar do ego. E se ele fica todo vaidoso por causa do enorme feito político de assinar um duvidoso tratado internacional, Lisboa também deve ficar toda inchada por o tratado lhe levar o nome. Pois a vaidade cega muito mas factura pouco. Pela cartilha da moda, que põe tudo à venda, eu digo: o tratado devia era pagar pela ostentação da marca.
A imagem é do Expresso e o 'premiê' é da Lusa, Agência de Notícias de Portugal (http://www.agencialusa.com.br/). Auguro que o Tratado Ortográfico também venha a ser fundamental para a carreira política do 'premiê'.
Meu caro Bic, boas notícias da Irlanda. A Europa sobreviverá, mas o embaraçoso puxão de orelhas sabe melhor do que bem e a entrada na História do nosso «premiê» fica adiada, senão comprometida. Uma maravilha! :-)
ResponderEliminarP.S.: Não imagino o que sucederia se houvesse mais referendos por esse continente fora.
Mas e o «premiê»? Sobreviverá...? E o instituto do referendo?
ResponderEliminarLisboa, essa sim; mas só para quem a saiba olhar...
;)
Cumpts.
Meu Caro Bic,
ResponderEliminaronde o homem pensava ver o topo de carreira revelou-se o topete da dita. Podia andar mais longe, podia andar mais monge...
Abraço
"longe"! Monge - e de claurura - quiseramo-lo nós. Ab.
ResponderEliminar:)
ResponderEliminarCumpts.