Nãoleve a mal, Caro Bic, mas com tantao falatório sobre a Selecção, já vejo este reciclador aspirando ao multi-cromatismo do Arco-Íris com ar de banco de suplentes. Aquela cobertura... Abraço
Caro Bic: Em Cascais, onde moro, vejo com frequência os camiões da empresa que recolhe o «lixo ambientado» (não soa melhor?) a despejarem o conteúdo dos três receptáculos para dentro do mesmo contentor basculante. Para nos fazerem passar por palhaços só falta exigirem que andemos pela rua com um nariz vermelho, equipado de pirilampo avisador, devidamente certificado pela nauseante e imbecil CE.
Quanto aos pseudo-ambientalistas (pois não passam disso), têm a Quercus completamente infiltrada de sistémicos e são mais obtusos e fanáticos do que um Ayatollah desejoso de receber as suas 71.000 virgens...
É que confundem ciência com religião, tentando fazer ascender a primeira aos altares da segunda, ainda por cima introduzindo-lhe dogmas de um absurdo completo, como a história do «aquecimento global, devido ao CO2» (que é mais pesado do que o ar e portanto não sobe, nunca podendo provocar qualquer hipotético «efeito de estufa»).
Se calhar, os contentores coloridos são para a gente os meter (ao ditos «ambientalistas»), separados tematicamente. Resta saber por que critério, já que todos berram a uma só voz.
Não sei a que Rua se Refere. À Costa do Castelo, que torneja pelo lado ocidental? Se é a que vai mais acima desta e que passa debaixo da muralha fernandina que desce para a torre de S. Lourenço não lhe conheço nome. Há muito que não visito o Castelo, sabe. Cumpts.
Na Lisboa Interactiva só lhe chamam Castelo de São Jorge. Pode ser que encontre alguma designação nalgum livro mas assim de repente... Mas é no perímetro do aquartelamento do Castelo. Cumpts. :|
E já que tanto se fala na preservação do ambiente, para quando um ecoponto onde possam ser depositados ministros, secretários e sub-secretários inúteis? A.v.o.
Concordo com a parte dos almeidas e da saudosa BB, do resto discordo. Eu separo todo o meu lixo por aqui. Não me ocupa assim tanto espaço ou tempo. E mal não me há-de fazer. Na dúvida… gosto de fazer a minha parte. Prefiro ajudar a prevenir do que lamentar quando já não houver mesmo remédio. No entanto, não sou fundamentalista. Quem está comigo, óptimo! Quem não está, suas razões terá (como estou certa será o caso do Sr. Bic). Só me preocupam os que não o fazem apenas por ignorância ou absoluta indiferença. Neste caso - como em todos - a “dormência mental” é, para mim, o pior dos males!
Estimada Luciana, A dormência mental é a alma do negócio; que começou sendo instigada com os vidrões. Por isso as garrafas e os galheteiros - dizem-me - são mais descartáveis que laváveis... Mas não cuide que tenho "tara" completamente perdida. As pilhas e o papelão seguem o caminho indicado. Aliás, andar ao papelão não é coisa de ambientalistas. É anterior a isso. Cumpts. :)
Calhava bem. E S. Bento podia transformar-se em E.T.A.R. ou ser vendido (privatizado, melhor dizendo) à Valorsul. Assim como assim, aquilo é já um antro de 'privados'. Cumpts.
Certo quanto aos galheteiros e ao papelão. Eu já separava o papel muito antes dos ecopontos e levava-o ali à Rua de Arroios... E, quando era pequenita, fui visitar uma fábrica de papel - perto de Tomar - e levei alguns dos meus livros do "Patinhas" porque queria que me fizessem uma casinha de papel com eles. Isso é que é mesmo reciclar! :-)
Há realmente camiões que levam os resíduos todos no mesmo camião...mas não vão juntos! Lá dentro tem uma separaçaõ! E, para quem ficou indignado com a CMCascais, por caso já questionou a dita Câmara e manifestou a sua indignação? Isso sim, é cidadania. Separar para posterior reciclagem é obrigação de todos. É o mínimo que podemos fazer para permitir um destino mais adequado para os resíduos que nós produzimos. Se as entidades públicas funcionam mal, devemos reclamar e exigir. Quanto aos ambientalistas...todos temos direito de não gostar deles. Eu próprio não gostava, até os conhecer melhor e um dia ter passado a ser um deles. Claro que têm muitos defeitos...são pessoas, é normal! O importante é lutarmos para fazer melhor! Cumprimentos a todos.
Lavar garrafas é mais limpo que induzir a gente à doação de matéria prima seleccionada aos industriais do vasilhame para eles, ao cabo e ao resto, nos venderem garrafas a todo o instante. Cumpts. Pedro.
Já fiz «n» reparos à Câmara Municipal de Cascais, por escrito, por via electrónica. Nunca tive uma resposta.
Quanto aos ditos camiões, se a descarga é feita para a mesma zona, e se a saída da báscula é única, aí, meu Caro, acreditar na separação é o mesmo que acreditar que o Pai Natal desce pela chaminé... Desculpe, mas profissionalmente (sou engenheiro) já inspeccionei alguns dos ditos veículos, e sei o que afirmo.
Por outro lado, todo este «greening» é muito bonito, muito «in», muito moda. No entanto, o que estamos a fazer é simplesmente servirmos de empregados não assalariados de secção de separação das empresas de recolha e reciclagem. Sem termos grande vantagem nisso, pois pelos vistos estamos a fazer figuras de parvos, e as ditas empresas a lucrarem com a nossa ingenuidade e boa-vontade...
Por outro lado, alguns tipos de reciclagem são extremamente duvidosos. Assim, a quase totalidade do papel dito reciclado tem uma qualidade miserável e É MAIS CARO do que o papel não-reciclado. Ora a reciclagem do papel permite obter um produto final de qualidade idêntica ou superior ao obtido a partir da pasta de papel. Assim, estão-nos de novo a vender gato por lebre.
Sabe, há 20 ou 30 anos, eu já reciclava o que podia, tanto garrafas como papel. Mas, agora, vistas as coisas e sabendo os meandros em que o «greening» se movimenta, a minha vontade de «reciclar» segundo os ditames da moda europeísta/verde/globalista é nula.
É claro que tento, sempre que possível, fazer uma reciclagem, tentando ao máximo não poluir o ambiente. Mas nunca na fantochada dos «eco-pontos».
Olhe, uma das coisas que se podia fazer para melhorar o ambiente era deixar de se consumir a porcaria do gás natural (tão natural quanto o crude), uma das mistelas gasosas mais poluentes, perigosas e tóxicas que se conhecem (pergunte aos engenheiros da antiga Sacor a opinião deles acerca do gás natural e logo vê). Os teores de mercaptanas leves, de enxôfre e de hidrocarbonetos mão refinados lançados para a atmosfera são arrepiantes. A queima de propano ou de butano, pelo contrário, não é poluente.
E onde arranjo espaço em casa para meter o mamarracho? Vão-nos oferecer mais uma assoalhada para isso?
ResponderEliminarPor 35 euros? Deixe-se estar. Deixe-se estar e guarde o espaço para a biblioteca. Cumpts.
ResponderEliminarCaro senhor Bic: Por acaso sabe o nome da qa rua que dá a volta ao castelo, mas q está fechada ao público ?
ResponderEliminarNãoleve a mal, Caro Bic, mas com tantao falatório sobre a Selecção, já vejo este reciclador aspirando ao multi-cromatismo do Arco-Íris com ar de banco de suplentes. Aquela cobertura...
ResponderEliminarAbraço
Caro Bic:
ResponderEliminarEm Cascais, onde moro, vejo com frequência os camiões da empresa que recolhe o «lixo ambientado» (não soa melhor?) a despejarem o conteúdo dos três receptáculos para dentro do mesmo contentor basculante.
Para nos fazerem passar por palhaços só falta exigirem que andemos pela rua com um nariz vermelho, equipado de pirilampo avisador, devidamente certificado pela nauseante e imbecil CE.
Quanto aos pseudo-ambientalistas (pois não passam disso), têm a Quercus completamente infiltrada de sistémicos e são mais obtusos e fanáticos do que um Ayatollah desejoso de receber as suas 71.000 virgens...
É que confundem ciência com religião, tentando fazer ascender a primeira aos altares da segunda, ainda por cima introduzindo-lhe dogmas de um absurdo completo, como a história do «aquecimento global, devido ao CO2» (que é mais pesado do que o ar e portanto não sobe, nunca podendo provocar qualquer hipotético «efeito de estufa»).
Se calhar, os contentores coloridos são para a gente os meter (ao ditos «ambientalistas»), separados tematicamente. Resta saber por que critério, já que todos berram a uma só voz.
Cumprimentos.
É outro panteão de deuses pagãosc, esse. Cumpts.
ResponderEliminarEstá uma pessoa com tanto empenho a separar lixo!... Cumpts.
ResponderEliminarNão sei a que Rua se Refere. À Costa do Castelo, que torneja pelo lado ocidental? Se é a que vai mais acima desta e que passa debaixo da muralha fernandina que desce para a torre de S. Lourenço não lhe conheço nome.
ResponderEliminarHá muito que não visito o Castelo, sabe.
Cumpts.
http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&hl=en&oe=UTF8&msa=0&msid=107610390365182584854.00044ef2d0a7b05cb004c
ResponderEliminarVeja aqui no link, se tiver tempo e paciência:)
Obrigada:)
Na Lisboa Interactiva só lhe chamam Castelo de São Jorge. Pode ser que encontre alguma designação nalgum livro mas assim de repente...
ResponderEliminarMas é no perímetro do aquartelamento do Castelo.
Cumpts.
:|
Atendendo ao estado de limpeza desta cidade, ou de boa parte dela, custa-me a compreender o seu horror à reciclagem...
ResponderEliminarQuem limpa a cidade são os almeidas, não os industriais da tara perdida (cf. http://biclaranja.blogs.sapo.pt/112554.html )
ResponderEliminarCumpts.
E já que tanto se fala na preservação do ambiente, para quando um ecoponto onde possam ser depositados ministros, secretários e sub-secretários inúteis?
ResponderEliminarA.v.o.
Olhe perguntou-se à Toponímia. E o Sr Bic tem razão é uma rua sem nome.
ResponderEliminarObrigada:)
E o Primeiro? Vai para o pilhão? :-)
ResponderEliminarConcordo com a parte dos almeidas e da saudosa BB, do resto discordo.
ResponderEliminarEu separo todo o meu lixo por aqui. Não me ocupa assim tanto espaço ou tempo. E mal não me há-de fazer.
Na dúvida… gosto de fazer a minha parte. Prefiro ajudar a prevenir do que lamentar quando já não houver mesmo remédio.
No entanto, não sou fundamentalista. Quem está comigo, óptimo! Quem não está, suas razões terá (como estou certa será o caso do Sr. Bic). Só me preocupam os que não o fazem apenas por ignorância ou absoluta indiferença.
Neste caso - como em todos - a “dormência mental” é, para mim, o pior dos males!
Abraço
Luciana
De nada. :) Cumpts.
ResponderEliminarEstimada Luciana,
ResponderEliminarA dormência mental é a alma do negócio; que começou sendo instigada com os vidrões. Por isso as garrafas e os galheteiros - dizem-me - são mais descartáveis que laváveis...
Mas não cuide que tenho "tara" completamente perdida. As pilhas e o papelão seguem o caminho indicado. Aliás, andar ao papelão não é coisa de ambientalistas. É anterior a isso.
Cumpts. :)
Calhava bem. E S. Bento podia transformar-se em E.T.A.R. ou ser vendido (privatizado, melhor dizendo) à Valorsul. Assim como assim, aquilo é já um antro de 'privados'. Cumpts.
ResponderEliminarCerto quanto aos galheteiros e ao papelão.
ResponderEliminarEu já separava o papel muito antes dos ecopontos e levava-o ali à Rua de Arroios...
E, quando era pequenita, fui visitar uma fábrica de papel - perto de Tomar - e levei alguns dos meus livros do "Patinhas" porque queria que me fizessem uma casinha de papel com eles. Isso é que é mesmo reciclar! :-)
Abraço
Luciana
Há realmente camiões que levam os resíduos todos no mesmo camião...mas não vão juntos! Lá dentro tem uma separaçaõ! E, para quem ficou indignado com a CMCascais, por caso já questionou a dita Câmara e manifestou a sua indignação? Isso sim, é cidadania.
ResponderEliminarSeparar para posterior reciclagem é obrigação de todos. É o mínimo que podemos fazer para permitir um destino mais adequado para os resíduos que nós produzimos. Se as entidades públicas funcionam mal, devemos reclamar e exigir.
Quanto aos ambientalistas...todos temos direito de não gostar deles. Eu próprio não gostava, até os conhecer melhor e um dia ter passado a ser um deles. Claro que têm muitos defeitos...são pessoas, é normal! O importante é lutarmos para fazer melhor!
Cumprimentos a todos.
Lavar garrafas é mais limpo que induzir a gente à doação de matéria prima seleccionada aos industriais do vasilhame para eles, ao cabo e ao resto, nos venderem garrafas a todo o instante.
ResponderEliminarCumpts. Pedro.
Caro Pedro:
ResponderEliminarJá fiz «n» reparos à Câmara Municipal de Cascais, por escrito, por via electrónica. Nunca tive uma resposta.
Quanto aos ditos camiões, se a descarga é feita para a mesma zona, e se a saída da báscula é única, aí, meu Caro, acreditar na separação é o mesmo que acreditar que o Pai Natal desce pela chaminé... Desculpe, mas profissionalmente (sou engenheiro) já inspeccionei alguns dos ditos veículos, e sei o que afirmo.
Por outro lado, todo este «greening» é muito bonito, muito «in», muito moda. No entanto, o que estamos a fazer é simplesmente servirmos de empregados não assalariados de secção de separação das empresas de recolha e reciclagem. Sem termos grande vantagem nisso, pois pelos vistos estamos a fazer figuras de parvos, e as ditas empresas a lucrarem com a nossa ingenuidade e boa-vontade...
Por outro lado, alguns tipos de reciclagem são extremamente duvidosos. Assim, a quase totalidade do papel dito reciclado tem uma qualidade miserável e É MAIS CARO do que o papel não-reciclado. Ora a reciclagem do papel permite obter um produto final de qualidade idêntica ou superior ao obtido a partir da pasta de papel. Assim, estão-nos de novo a vender gato por lebre.
Sabe, há 20 ou 30 anos, eu já reciclava o que podia, tanto garrafas como papel. Mas, agora, vistas as coisas e sabendo os meandros em que o «greening» se movimenta, a minha vontade de «reciclar» segundo os ditames da moda europeísta/verde/globalista é nula.
É claro que tento, sempre que possível, fazer uma reciclagem, tentando ao máximo não poluir o ambiente. Mas nunca na fantochada dos «eco-pontos».
Olhe, uma das coisas que se podia fazer para melhorar o ambiente era deixar de se consumir a porcaria do gás natural (tão natural quanto o crude), uma das mistelas gasosas mais poluentes, perigosas e tóxicas que se conhecem (pergunte aos engenheiros da antiga Sacor a opinião deles acerca do gás natural e logo vê). Os teores de mercaptanas leves, de enxôfre e de hidrocarbonetos mão refinados lançados para a atmosfera são arrepiantes. A queima de propano ou de butano, pelo contrário, não é poluente.
Cumprimentos.