Contrastando com os dias de hoje, é impressionante a coragem destes homens. Fácilmente perdiam o emprego e com a fama com que ficavam, dificilmente conseguiriam outro posto de trabalho, para além de perderem as vantagens de trabalhar numa grande empresa. Qualquer detenção pela Polícia, significava tareia certa, arriscavam-se à prisão sem culpa formada e por tempo indeterminado e até a ir parar ao degredo. E a tudo isto ainda se somava os ordenados de miséria, a escassez de bens alimentares, o aumento constante do preço dos mesmos e, muitas vezes, uma grande quantidade de bocas a alimentar. Tudo na ausência total de subsídios. Tempos duros, que não dobravam homens ainda mais duros.
A foto, que tem por fundo o Convento de Santos-o-Novo, mostra as instalações que a despeito do seu enorme interesse museulógico, foram mandadas demolir pela C.P., boçal e desnecessáriamente, em 1997/98, para aí instalar um gabinete ligado à construção da Gare do Orinte. A.v.o.
Tem razão. Somos meninos de coro comparados com os nossos avós (eu sou-o). Mas não há melhoras em termos de boçalidade; maximização e optimização talvez, melhoras não. A destruição das cocheiras por causa da estação dos Olivais demonstra-o. Cumpts.
Onde está museulógico devia estar museológico e a última palavra devia ser Oriente. Prova-se que em plena era informática,ainda fazem falta os velhos cursos de dactilografia.
Contrastando com os dias de hoje, é impressionante a coragem destes homens. Fácilmente perdiam o emprego e com a fama com que ficavam, dificilmente conseguiriam outro posto de trabalho, para além de perderem as vantagens de trabalhar numa grande empresa. Qualquer detenção pela Polícia, significava tareia certa, arriscavam-se à prisão sem culpa formada e por tempo indeterminado e até a ir parar ao degredo. E a tudo isto ainda se somava os ordenados de miséria, a escassez de bens alimentares, o aumento constante do preço dos mesmos e, muitas vezes, uma grande quantidade de bocas a alimentar. Tudo na ausência total de subsídios.
ResponderEliminarTempos duros, que não dobravam homens ainda mais duros.
A foto, que tem por fundo o Convento de Santos-o-Novo, mostra as instalações que a despeito do seu enorme interesse museulógico, foram mandadas demolir pela C.P., boçal e desnecessáriamente, em 1997/98, para aí instalar um gabinete ligado à construção da Gare do Orinte.
ResponderEliminarA.v.o.
Tem razão. Somos meninos de coro comparados com os nossos avós (eu sou-o). Mas não há melhoras em termos de boçalidade; maximização e optimização talvez, melhoras não. A destruição das cocheiras por causa da estação dos Olivais demonstra-o.
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Onde está museulógico devia estar museológico e a última palavra devia ser Oriente. Prova-se que em plena era informática,ainda fazem falta os velhos cursos de dactilografia.
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