| início |

domingo, 15 de junho de 2008

E quando o eléctrico chegava à churrasqueira?



Palácio Valença-Vimioso, Campo Grande, 1940.

Eduardo Portugal, in Arquivo Fotográfco da C.M.L..






Restaurante do Campo Grande, Lisboa, 1959.

Arnaldo Madureira, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

6 comentários:

  1. Hoje o transporte é vendido a Metro e, salvo nos melhores dias do clube do Amigo Bic, um entreposto de mercadoria humana em trânsito para outras paragens. É o Progresso, deixou-se de ir a um sítio, para se passar por ele. Abraço

    ResponderEliminar
  2. Quando o eléctrico chegava à churrasqueira, ainda nao existia o hororoso mamarracho erigido nas traseiras da mesma, ocupando parte dos jardins do Palácio Valença. E ainda existiam, na Alameda das Linhas de Torres, bonitas moradias e a Escola Prática de Administração Militar. Salvou-se o Sanatório D. Carlos I, mas teve que mudar de identidade e actividade. A inversão de marcha, no Lumiar, era feita num cenário que mais parecia um prolongamento da Malveira, difícil de descrever e ainda mais de imaginar. Carnide ainda aguentou mais algum tempo, mas também faleceu, por fim.
    Requiescat in pace.
    A.v.o.

    ResponderEliminar
  3. Vendido a Metro e mentendo água. Cumpts.

    ResponderEliminar
  4. O Lumiar também é vendido a metro... E a Malveira tornou-se um prolongamento do Lumiar. Cumpts.

    ResponderEliminar
  5. Ainda não tinham construido o horroroso viaduto (2ª circular) que veio tapar completamente este Palácio.

    ResponderEliminar
  6. Nem os donos haviam ainda vendido o quintal para fazer mamarrachos. Cumpts.

    ResponderEliminar