Primeiro: eu nego que o Brasil seja um país africano. A Geografia apoia-me. O Brasil, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e o dr. Reis podem decidir sobre isso o que quiserem.
Segundo: em que posição fica Portugal?! De pé, com cabeça erguida e a falar português. Nunca me dei conta que as doações de território em 1822 e em 1975 houvessem incluído a minha identidade portuguesa - dá-me ideia que foi exactamente ela que foi rejeitada. Só me faltava agora virem servis os srs. drs. Reis e Malaca mais uma República de basbaques para entregá-la e nivelar-me a grafia pela bitola do sotaque.
Acção civilizadora de Portugal. Missionário.
Ilustração: Carlos Alberto Santos in História de Portugal, 13ª ed., Agência Portuguesa de Revistas, Lisboa, &c., 1968.
(Texto alterado.)
terça-feira, 8 de abril de 2008
Os donos do idioma
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
A págs. 60 do caderno "actual" do "Expresso" de Sábado passado, 5 de Abril há, sobre este tema, um artigo intitulado "Caro Acordo", da autoria de Fernando Venâncio (actual@expresso.pt) que me pareceu bastante interessante. Se estiver interessado, posso enviar-lho. A.v.o.
ResponderEliminarEhehehehehehe quanto à geografia do professor.
ResponderEliminarNo resto, Caro Bic, é atirar areia para os olhos. Ainda ontem se falava na conveniência do acordo para puxar pelos PALOP´s e mercado editorial respectivo, fiel a uma expressão mais próxima da nossa. Subitamente agita-se o espantalho de enveredarem por uma revolução linguística que ortograficamente nos deixasse de fora. Ou uma coisa, ou outra, decidam-se. Abraço
Nesta hora em que lhe respondo prometeram-me já cópia do artigo para amanhã. Mas deo agradecer-lhe a referência.
ResponderEliminarA.v.o. sou eu.
:)
É o costume. Caprichos de gente ávida de ficar na História (mesmo pelas piores razões) e o habitual chorrilho de araras empurrando-se mutuamente à procura dumas sementes que os senhores lhes deitem na gamela.
ResponderEliminarCumpts.
Só o que falta são as sementes, porque poleiro já têm. A.v.o.
ResponderEliminarAssim é que se fala e se escreve, já chega de sermos colonizados por toda a gente, a nossa língua , é a nossa identidade, e nossa riqueza sobretudo a nossa raiz como nação , não há negociações possíveis .
ResponderEliminarcumprimentos!
Ao pé do poleiro não.
ResponderEliminarCumpts.
Faltava entregar esse grande instrumento colonialista. A língua portuguesa. Resta-me talvez gorgolejar uma ladaínha cigana.
ResponderEliminarCumpts.