D. João VI
Domingos António de Sequeira (1822), M.N.A.A., Lisboa.
Fotografia de José Pessoa, D.D.F./I.P.M.
« A ama que o criou habitava na estrada de Queluz, perto desta localidade. Conta-se que, em dias certos, D. João VI mandava parar a sua carruagem à porta daquela mulher, a quem chamava em voz alta: — «Ó ama! Ó ama!» — Esta corria logo a trazer-lhe uma galinha assada, que êle vinha depois comendo pausadamente até Lisboa, enquanto os transeuntes viam voar os ossos do galináceo pelas portinholas da carruagem! »
Tinop, Lisboa de Outrora, vol. II, Amigos de Lisboa, 1938, pp. 47-63.
Mesmo com galinhas, ossos, apetite devorador e alguma falta de modos, há quem o considere o melhor rei que Portugal conheceu...
ResponderEliminarNunca se esquece quem cuida bem de nós! E um Rei, não é excepção!
ResponderEliminarBjs!
Céus! Isso é que era querer passar o jogo inteiro "à mama"! Abraço
ResponderEliminarJ. Quintela Soares: Que haja sido o melhor do Brasil é menos discutível... // Menos se esquece se foi na infância. Muito certo, Paula. // Eh! Eh! Talvez as galinhas fossem da real capoeira. // Cumpts.
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