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O obliterador? Não sei já onde vi que o bilhete era € 1,30. Subi, pus o dinheiro certo na bandeja do cobrador (que por acaso é também motorista). Com o bilhete na mão devo ter olhado intrigado para a máquina ali à frente sem ranhura e hesitado a caminho doutra mais atrás. Foi quando ouvi o motorista (que por acaso também é cobrador) dizer secamente sem olhar para mim. — Não é preciso.
Do autocarro certificado Of the bus certificaded (*) Andar de autocarro dá tempo para observar. O aviso de parar que pisca quando tocamos a campainha agora diz 'stop'. Dantes dizia 'parar'. E o linguajar no autocarro é crioulo. Ir no autocarro vai-me dando para pensar — exercício que procuro fazer uma ou duas vezes por semana: Se for para crioulos os avisos e a sinalização devem ser em linguagem de bárbaros...?
(*) É ingliú, subdialecto do bárbaro.
Autocarro 54-3, Buraca, 2004. |
Ora, os autocarros não são suecos? É a ONU! Cuidado com a carteira. Abraço
ResponderEliminarGrato pelo aviso. Em geral viajo orgulhosamente só e não tomo cautela com isso. Cumpts.
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