 Do Trancão ao Jamor, Lisboa já não tem campos nem ribeiros. Em lugar disso tem aterros e caneiros que, embora sejam coisas de engenho, não têm poesia nenhuma. Em tempos a Rua de Pedrouços seguia direita até à alameda de Algés. O eléctrico para o Dafundo despedia-se de Lisboa na ponte nova sobre a ribeira de Algés, num cenário bucólico impossível hoje de imaginar. Na margem esquerda da ribeira eram as portas fiscais, idênticas às de Benfica, porto seco no trânsito das mercadorias para a cidade. Para montante hortas e arvoredos ornavam as margens bucólicas da ribeira; mais além o serpentear cheio da ribeira espelhava a Vila Castanheira, que sobressaía do pitoresco para lá da ponte velha, por cima da copa das árvores. Curiosamente aquele moinho de elevar água não se quedava longe da torre do relógio do largo de Algés. Era só uns 5 ou 10 metros mais para cá.


Fotografias: autor não identificado, c. 1900 (as duas primeiras) e Paulo Guedes, 1905. Todas do Arquivo Fotográfi- co da C.M.L..
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Viva! Não, não conhecia o Bic Laranja e tenho muito gosto em conhecê-lo porque ambos, pelos vistos, gostarmos de Lisboa e do passado dela e de a darmos a conhecer. A maioria das fotos que me censura terem sido retiradas do seu blog não o foram, porque se o fossem, mencionariam os autores, que se não encontravam indicados nos sítios onde as encontrei. Tenho muitas fotos de todas as terras por onde andei, incluindo Lisboa, mas não estão digitalizadas, pelo que recorro ao trabalho de outrem para ilustrar os meus textos. Mas lerei o seu blog e nas fotos comuns creditarei os autores, como faço sempre que estão identificados. Se nas fotos reproduzidas nos meus blogs houver alguma de sua autoria, ou permite que a utilize, possibilitando-me a sua creditação, ou não autoriza, e então retirá-la-ei como está claramente expresso na secção «Responsabilidade..." O mesmo está escrito nos restantes blogs que tenham material que se não encontre nas referidas condições.
ResponderEliminarIndependentemente do teor dos seus comentários, citarei o seu blog no Kant_O e naturalmente que terei todo o gosto em fazer um post sobre o seu interessante blog.
Aceite os meus cumprimentos e, se quiser, participe no Convívio do Tempo, Estação, Mudança e Memória ou Registo em http://osabordolhar.blogspot.com/2007/12/tempo-estao-mudana-e-memria-ou-registo.html (http://osabordolhar.blogspot.com/2007/12/tempo-estao-mudana-e-memria-ou-registo.html)
Obrigado pela visita e pelo seu gentil convite. Uma vez que não conhecia cá blogo o tom de censura que lhe lá deixei passa a não ter sentido. Neste caso, então, use daqui o que queira. As imagens sem menção de autoria são minhas. Cumpts.
ResponderEliminarPerdidos estes belos pontos de interesse não se pode dizer que Algés tenha deixado de ser ribeira. Toda ela, dois dias atrás. Abraço
ResponderEliminarTem muita razão. Sabe onde se afunda? Precisamente na continuação dessa ponte onde vai o eléctrico. Cumpts.
ResponderEliminarPerdão por este assunto que não tem nada a ver com o resto, mas para todos nós que queremos continuar a escrever "de facto", em vez "de fato", aqui fica esta petição:
ResponderEliminarhttp://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?naoacord&3551
e Feliz Natal !
A mão humana, em vez de preservar, altera.
ResponderEliminarE fá-lo quase sempre mal.
Foi o caso.
Feliz Natal amigo bic, tudo bom para si e todos.
ResponderEliminarbeijinho
JA: Tem que ver, sim, tem. Obrigado // José Quintela Soares: O mal principal foi atulhar as ribeiras de lixo. Depois... // Obrigado Dª Luar. Igualmente para si. // Feliz Natal a todos! :)
ResponderEliminarDeixei um Campolide para si lá no Dias:)
ResponderEliminarCumpts. Se vai de abalada, Boas festas:) E muitos postais novos:)
Obrigado! Boas Fetsas! :)
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