« Habitada por selvagens da idade prè-histórica; na posse de íberos, celtas e celtíberos depois, na de fenícios, gregos e cartagineses no último século antes de Cristo; de romanos até 409 da nossa era, de vários bárbaros e finalmente de visigodos até 711, de árabes mouros até 1147 - Lissibona ou Aschbouna ia passar para sempre às mãos do primerio Rei português.
... O Sol vai ainda alto! Doira Lisboa, e inunda de luz, rutilante nas muralhas vetustas, o Castelo - teatro do drama. Temos tempo adiante de nós.»
Norberto de Araújo, Peregrinações em Lisboa, vol. I, 2ª ed., Vega, Lisboa, 1992, p 28.
Muito bom recordar Norberto de Araújo.
ResponderEliminarbelíssimo!
ResponderEliminarApesar de viver no Porto, também gosto de Lisboa e "da luz que ela tem"
São Crispim e São Crispiniano, os gémeos «de pêlo eriçado», são os patronos dos sapateiros. Já houve quem os visse representados nas figuras centrais do políptico «dito de São Vicente». Tudo se liga...
ResponderEliminarUm pouco mais respeitosamente, onde se lê «pêlo eriçado» leia-se «cabelo crespo»...
ResponderEliminarBelo post, lol jansenista. :D
ResponderEliminarSem dúvida, sr. José Quintela Soares. // Obrigado Dª Júlia. // Li essa tese há uns 10 anos, não me recorda já muito bem. Cabelo crespo, sim, é natural em se tratando de de 'São Crespim' e 'São Crespiano'. // Obrigado Sacrlata! // Cumpts.
ResponderEliminarBela fotografia. Pena que tantos anos depois volte a capital a estar a saque, desta vez com a agravante de se não vislumbrar devolução dela aos Cristãos... Abraço
ResponderEliminarA capital? Portugal inteiro. O que resta dele.
ResponderEliminarCumpts.
hoje sai e nem agradeci a ajuda que deu aos rapazes obrigado pela ajuda Bic Laranja
ResponderEliminaros meus parabens pelos temas do blog ente
kikusui
Ora essa! Eu é que lhe agradeço as boas palavras aqui. Cumpts.
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