Portela: mais um documento para a história do local do aeroporto de Lisboa. Um solar em ruínas que podia bem ser em Alcochete, no Poceirão, no Rio Frio ou na Ota. Talvez venha a fazer-se um estudo sobre a localização exacta desta velha casa.
Portela de Sacavém; solar em ruínas, Lisboa, c. 1940.
Fotografia: [Eduardo Portugal], in Arquivo fotográfico da C.M.L..
Quando vejo assim pessoas que vão para a casa em ruínas, penso: qué história houve por além dos muros? Qué procuram estas pessoas?.... Cumprimentos.
ResponderEliminar:) Pode haver ali mistério. Mas parece que não: em frente ao solar de quinta passa uma azinhaga entre muros; e o carreiro por onde seguem aquelas pessoas nota-se que é um atalho bastante pisado. Tudo normal na Lisboa de 1940. Aquelas senhoras são saloias dali perto a caminho dalguma horta ou da venda, de certeza. Cumpts.
ResponderEliminarCaro Bic, o solar tinha uma capela, não tinha? E esta, assim como um aeroporto, faz a ligação ao Céu, não é? Abraço
ResponderEliminarO tecto da capela desabou. Vamos lá ver se a abóboda celeste não vem a ruir sobre algum aeroporto. Cumpts. meu caro.
ResponderEliminaraí está a foto que cntraria o argumento. o aeroporto n foi construido dentro da cidade, a cidade é que chegou ao aeroporto
ResponderEliminarAcontece com as melhores cidades. E com as piores políticas urbanas... Cumpts.
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