Aquelas duas casas mais à direita eram o 254 e o 252 da Rua de Campolide. No intervalo entre o 254 e o 256 desce hoje a rua que liga a Av. Calouste Gulbenkian (vinda da Palhavã) à Rua de Campolide.
Por causa duma fotografia cuja legenda era simplesmente Obras na Rua de Campolide cismei eu em tempos com o lugar exacto onde tinham existido estas casas. Vendo ao longe havia-me já parecido que era ali, no cruzamento da Av. Calouste Gulbenkian com a Rua de Campolide. Agora sei que além de números de polícia aquelas casas também tinham nome: Vila Jorge e Vila Santos.
Troço em construção, Av. Calouste Gulbenkian, 1966.
Fotografia de Armando Serôdio, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
É interessante notar que a dita Av. Gulbenkian passa ao nível do 1.º andar das casas demolidas.
segunda-feira, 5 de março de 2007
Vila Santos e Vila Jorge
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Matou a curiosidade enfim. Verificando o acerto do palpite de então. É bom quando isto acontece.
ResponderEliminarTenho aqui tantas teimas dessas...
Abraço
Passo por aí todos os dias!
ResponderEliminarOs prédios são muito parecidos com os que foram demolidos em Sete Rios, para dar espaço à Mercedes.
A perspectiva é muito interessante!
Manuel: calhou que a rua de Campolide está bem documentada. Cumpts. // Dona T.: Há semelhanças, sim. Imagino se será possível hoje uma perspectiva semelhante a esta... Cumpts.
ResponderEliminarUm familiar meu viveu ao lado da Vila Jorge. De regresso a Portugal, também vim com algumas preciosidades para V. Exa. apreciar...
ResponderEliminarFotografei perto, amanhã vou ser se localizo o local do crime. Cumprimentos mil!
ResponderEliminarMas é grande coincidência! E muito lhe agradeço agradeço as lembranças de cabo Verde. É demasiada simpatia; muito obrigado!
ResponderEliminarLouvo-lhe o labor, Dona T.; obrigado!
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