— Não foram à varanda?!
— Não! Fomos ao aeroporto.
— Mas não foram à varanda? — insitia o meu irmão.
— Fomos ao aeroporto. Vimos os aviões…
— Então viram os aviões da varanda…
— Foi cá fora. O primo Zeca parou o carro e fomos ver os aviões ao pé da rede.
— Então ele não vos levou à varanda?! Assim não viram nada.
— Vimos sim! Eu vi os aviões ao pé da rede!
A varanda estava fechada. E tenho saudades do primo Zeca.
Tenho saudades da simplicidade dos tempos que foram.
ResponderEliminarE hoje em dia complica-se tantas vezes pela via do disparte!... Cumpts.
ResponderEliminarGrande desenho Senhor Bic!
ResponderEliminarEu cá,só vi um avião:)
Pois é, retorno à simplicidade.
Cumprimentos.
Ao ler este post, recordou-me os passeios até ao aeroporto para ver os aviões, na tal varanda...
ResponderEliminarna altura em que não sabiamos o que era a "BSE",a "SIDA", o "buraco de ozono",a "gripe das aves"....
Donta T.: Gostou? Fui eu que fiz! :) // Pedro Macieira: E eu lembrou-me agora de 'abrir' a varanda. // Cumpts.
ResponderEliminarGostei muito Logo vi que era o senhor/menino Bic a desenhar. Qualquer coisa de pormenor e estilizado. E agora ainda desenha?
ResponderEliminarCumprimentos!
Às vezes!... ( http://biccristal.blogs.sapo.pt/3547.html )
ResponderEliminarCumpts.
Desenha muito bem pois! Quer a modelo esteja estremunhada ainda ou não:)
ResponderEliminarGentileza sua! Obrigado.
ResponderEliminarTambém eu me lembro dessa varanda. O movimento no aeroporto era tão pouco que se ia dizer adeus aos familiares à varanda!
ResponderEliminarEra!... Cumpts. :)
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