Estou orgulhoso de mim por este passatempo. Pondero agora concorrer ao Preço Certo, daquele grande português anafadinho.
Derivado ao - derivado ao é como se diz muito agora, não é... Derivado ao desafio do Manuel veio-me a recordação das férias de 2002. Numa etapa (demorando) a caminho de Nerja percorri E.N. 266 de fio a pavio (foi a única vez que lá passei). Foi depois duma tarde na praia das Furnas (V.N. de Milfontes), passando por Odemira - onde sorvi uns iogurtes de meio litro do Lidl. Prestei pouca atenção às pontes. Lembro-me é de ter enchido uma garrafinha de água numa bica lá mais para a Portela das Corchas (Serra de Monchique) e de ter dito à senhora:
- É água de Monchique; é boa!
A água pernoitou na mala do carro (nós e o carro pernoitámos em Monchique) e no outro dia a senhora, arrumando a bagagem, apresentou-me a garrafa cuja água se tornara da cor do barro, dizendo:
- Queres água de Monchique? É boa!
E seguimos para a Praia da Rocha entretanto.
Postal de Portimão do Fórum Auto-Hoje.
[Calhando há-de sair algo sobre a terra do Chanquete.]
o mais ilustre dos aquistas foi D.João II há 5 séculos
ResponderEliminarJá atravessei esta ponte por dentro da viga. É daquelas perspectivas monumentais, não se distinguindo bem o ponto de fuga.
ResponderEliminarA Nerja então... :)
Abraço
P.S. Uma pena andarem a partir estes sinais toponímicos em betão como fizeram nas Termas de Monfortinho recentemente. É um vandalismo de pobres de espírito deslumbrados com a "modernidade".
As mulheres estão quase sempre certas:) Vénias senhor Bic das águas cor de sépia:) Risos.
ResponderEliminarE finou-se em Alvor, diz-se que por peçonha que lhe deram. // É sim, amigo Manuel! A modernidade costuma dar com mais força aos pobres de espírito. // A senhora estava certa e carregada de ironia, Donta T. // Cumpts.
ResponderEliminarIsso da cor não tem nada de mal. São águas ricas em ferro, que expostas à atmosfera oxidam. :)
ResponderEliminarÁguas de ferro ferrugento, portanto. Cumpts. :)
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