Há bichos na selva que marcam território urinando nas plantas. O seu cheiro assim espalhado avisa os outros da espécie que o território tem dono. Noutras selvas os cães têm o mesmo instinto; na falta dum tronco de árvore usam a roda dum carro, com vantagens óbvias.
Os humanos são menos olfactivos e têm umas latinhas de tinta...

Às vezes dá jeito para tapar o que está por detrás. Outras é apenas bonito. Noutros é vandalismo. O bicho homem gosta de variar.
ResponderEliminarDepois há o que se tornou arte. E viva Basquiat.
Se o comboio fosse meu dificilmente lhe chamaria arte... Cumpts. :)
ResponderEliminarMeu Caro bic Laranja:
ResponderEliminarNesta selva (de livros) que é a minha pobre casa o meu gato parece ter recuperado os hábitos dos primos selvagens. Felizmente ainda não nos volunes, mas temo o pior. Entretanto, para o problema canino das viaturas, os americanos inventaram uma espécie de repelente, que, aplicado nos pneus que se deseja preservar,os faz tornar indesejáveis aos melhores amigos do Homem. Do Homem que não seja o dono do carro, pelo menos. Abraço.
É pelo menos uma arte agressiva, que condiz com o que se vai passando na sociedade. Peninha.
ResponderEliminarMesmo assim prefiro a latinha de tinta (quando usada com arte) do que quando imitam os cães e marcam território nas paredes... é um pivete de matar qq um! É um místério que eu não entendo...se uma mulher aguenta até chergar a uma casa de banho por que motivo o homem não?!
ResponderEliminarO pior são os humanos, Paulo. // Haverá solução, D. Marta? // Será do instinto da selva, D. Luar // Cumpts.
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