Ainda viajando em mundos imaginários.
A idealização que me advém d' Os Cinco mais a sua estranha mistura com os lugares de Sintra funde-se com sensações que colho de «Martha's Harbour».
À primeira que ouvi a cantiga (foi na telefonia em 88; quem explica esta absurda associação com os Cinco?) tive a sensação de vogar na música em águas frias, cristalinas - assim é a voz de Julianne Regan. Nas imagens e emoções que me afluiam da canção ouvia, pelo meio das ondas a bater, a ilha dos murmúrios, frondosa, via a torre do farol, pressentia os afundadores algures... Vi-me sentado num cais na baía Kirrin à noite; os barcos balouçando na calmaria de «Martha's Harbour». Depois o espírito vagueou em todas as direcções da balada…

I sit by the harbour
The sea calls to me
I hide in the water
But l need to breathe
You are an ocean wave my love
Crashing at the bow
I am a galley slave my love
If only I would find out the way
To sail you...
Maybe I'll just stow away...
I've been run aground
So sad for a sailor
I felt safe and sound
But needed the danger
You are an ocean wave my love...
Voces querem é que eu tenha um treco a gerir estas emoçoes! :-)
ResponderEliminarDesculpe! Não cuidei que pudesse atingir mais alguém... Cumpts. :)
ResponderEliminarLá terei que ligar as colunas. Parece-me que a sobrinha menor terá puxado um fio (inadvertidamente).
ResponderEliminar:) Cumpts.
ResponderEliminarOs cientistas bem podem debruçar-se sobre as emoções. O que faz a imaginação associada, tempos depois, com a memória e com o presente
ResponderEliminarPode ser que se faça um estudo... Cumpts.
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