Dizia um, meio empolgado:
- Aquilo é que é um negócio, pá! Aquilo todos compram: compram os do Benfica, compram os do Sporte e compram os do Porto.
- Até os que sabem ler hão-de comprar - disse entre dentes um que lia o jornal.
Barbeiro, Ribeira de Lisboa, 1967.
Fotografia de Eduardo Gageiro in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
- A escrever desta maneira, a rapariga ainda dá cabo da saúde! - ouviu-se o barbeiro...
Bem, não há com que nos preocuparmos. A experiência de canetas de muito tipo endurece, retorquiria eu ao oficial que me escanhoava...
ResponderEliminarIsto é que é uma profissão! Eu gostava bem de ser barbeira... ;)
ResponderEliminar- Eu não li o livro; não faço comentários - repetiu o major... Cumpts. Paulo. // Cabeleireira de homens, que é mais moderno, Caiê. Cumpts.
ResponderEliminarMete-me confusão que a Teresa Coelho diga o que disse: que a publicava por ser a história de uma mulher. Eu até nem desgostava da TC. Da Carolina desgosto bastante.
ResponderEliminarNão há muito para gostar nesta história. Cumpts.
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