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domingo, 10 de dezembro de 2006

Barbeiro

Dizia um, meio empolgado:
- Aquilo é que é um negócio, pá! Aquilo todos compram: compram os do Benfica, compram os do Sporte e compram os do Porto.
- Até os que sabem ler hão-de comprar - disse entre dentes um que lia o jornal.

Barbeiro (E.Gageiro, 1967)
Barbeiro, Ribeira de Lisboa, 1967.
Fotografia de Eduardo Gageiro in Arquivo Fotográfico da C.M.L..

- A escrever desta maneira, a rapariga ainda dá cabo da saúde! - ouviu-se o barbeiro...

5 comentários:

  1. Bem, não há com que nos preocuparmos. A experiência de canetas de muito tipo endurece, retorquiria eu ao oficial que me escanhoava...

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  2. Isto é que é uma profissão! Eu gostava bem de ser barbeira... ;)

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  3. Bic Laranja10/12/06 21:04

    - Eu não li o livro; não faço comentários - repetiu o major... Cumpts. Paulo. // Cabeleireira de homens, que é mais moderno, Caiê. Cumpts.

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  4. Mete-me confusão que a Teresa Coelho diga o que disse: que a publicava por ser a história de uma mulher. Eu até nem desgostava da TC. Da Carolina desgosto bastante.

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  5. Bic Laranja10/12/06 23:24

    Não há muito para gostar nesta história. Cumpts.

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