O toldo que se vê na Av. Guerra Junqueiro não é da Mexicana; é duma loja que lá houve antes. O que era não sei. Uma mercearia, uma leitaria, talvez uma garrafeira...? Quem souber que me confirme os alvitres.
Av. Guerra Junqueiro, Lisboa, [c. 1950].
António Passaporte, in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
Fico sabendo que o programa curricular do em boa hora retornado Manuel (Mexicana I, Mexicana II, Mexicana Descritiva, Comida e Bebida) é dalguma reforma do ensino posterior a 62; é o que depreendo da datação da fotografia de Vasques, ali mais abaixo.
Em tempos frequentei a Mexicana mas não passei nenhuma das cadeiras mencionadas. A escola era outra, mais atrasada, embora depois houvesse algumas cadeiras feitas na Sul América!...
Há bastante que lá não vou. A ambas.
Pastelaria Mexicana, Lisboa, c.1977.
Fotografia de Vasques in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
A Mexicana
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Uma das crianças poderia ser eu; embora o poiso natal fosse mais para o interior da cidade velha.
ResponderEliminarE um desafio: alguma coisa nessas arcas que nos mostre o velho Arco do Cego e o que por lá estava antes da Casa da Moeda? dizem-me que uma quinta e sua casa nobre.
Por alturas da Casa da Moeda três quintas: uma Quinta da Brasileira; uma Quinta do Chora ou Quinta do Conde de Sintra. Isto por volta de 1910, entre a actual Defensores de Chaves e a suprimida R. do Arco do Cego. A casa nobre pode ser a quinta do conde das Galveias, mais a norte.
ResponderEliminarO desafio está aceito.
Boas Festas!
Ai, meu Amigo, assim deixa-me nostálgico.
ResponderEliminarA minha época ali foi no final dos 70. Mas ainda antes da reforma que menciona, já por lá parava a minha progenitura. Coisa dos 50.
Um abraço
Parece então que antes de 62 a Mexicana seria a mesma mas com outra face. Obrigado pelo contributo, caro amigo. Boas Festas
ResponderEliminarAcho fantástico imaginar a Guerra Junqueira com tamanho desafogo. Foi nesta rua que nasci, salvo seja, nasci na maternidade e fui de seguida para casa e ainda hoje tenho lá familiares. Pela fotografia dos anos 62 a Mexicana quase parece a mesma e à direita mantem-se a farmácia.Fantástico!
ResponderEliminarGosto de sentir assim esta Lisboa de outras épocas...
ResponderEliminarVim desejar-te um feliz e sereno Natal
Um abraço e boas entradas em 2007 :)
Referia-me à casa dos Cunhas, Condes de Sintra, que de lá sairam com as expropriações. Ignorava a existência das outras duas. V. Senhoria não falha... Haverá fotografias?
ResponderEliminarObrigado pela visita D. Brites. Boas Festas! // Goste em revê-la por cá, Menina Marota. Muito obrigado e Boas Festas e Feliz 2007 para si também! // Tudo o que conheço é posterior, caro confrade. Temo desapontá-lo nesta aqui. Vamos a ver o que dá. Cumpts.
ResponderEliminarMeu Caro Bic Laranja:
ResponderEliminarTenho uma pena de que o Mendo Ramires tivesse ido de férias... Ele cresceu aqui...
Abraço.
Ele volta. Cumpts.
ResponderEliminarA Mexicana foi fundada em 1946 por um grupo de 4 sócios, 3 dos quais ligados à família Vicente, oriunda de Tomar. Os terrenos onde hoje se situa a Praça de Londres foram adquiridos na primeira metade do século XX por Tomarenses que a lotearam e venderam a outros Tomarenses para construção. Uma parte considerável do terreno onde se encontra a Igreja de S.João de Deus era desta família Vicente e da família Alcobia Neves.
ResponderEliminarAinda hoje, os principais sócios da Mexicana são descendentes do fundador José Vicente que terá dado sociedade, em comandita, a um sobrinho de nome Manuel Penteado que explorou aqui, no início, uma leitaria que mais tarde evoluiu para aquela que é hoje uma das mais afamadas Pastelarias do País.
Tem a certeza que a foto é de 1977?
ResponderEliminarNo AML diz "post 1962".
Obrigado
Eu respondia e contribuía para a história, mas não me registo.
ResponderEliminarEram 5 sócios. Dois de balcão e dois da fábrica. O quinto era o construtor do prédio.
ResponderEliminarNessa rua. Só existia à data esse prédio e o prédio de fronte. Hoje da seg social.
O resto eram quintas. Esabem porquê do nome MEXICANA. Um doce a quem souber.
A Praça de Londres esteve na calha de ser a Praça do Mexico. No fim o toponimo ficou para a avenida que lhe vem projectada da Antonio José d’ Almeida. Vem na Toponímia de Lisboa.
ResponderEliminarCumpts.