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quinta-feira, 17 de agosto de 2006

Quando não há nada fala-se do tempo

Os habituais pregoeiros de desgraças, quando lhes falece assunto ardente ou trauliteiro (incluo aqui a bola...) fazem-nos desabar o céu sobre a cabeça. A tristeza assiste-lhes na inversa dum amanhecer soalheiro. Que é o mais normal em Lisboa.

Av. D. Rodrigo da Cunha em construção, Lisboa (Arq. Fotográfico da C.M.L.)
Av. D. Rodrigo da Cunha, Lisboa, [s.d.].
Fotógrafo não identificado [Claudino Madeira], in Arquivo Fotográfico da C.M.L.

5 comentários:

  1. Excelente fotografia! :) Só não gosto de pregoeiros da desgraça...

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  2. Bic Laranja17/8/06 20:59

    Mas o tempo não ajudou à notícia, Tron. // Tem a Caiê certa razão. As não-notícias não são necessariamente desgraças. Obrigado pela chamada de atenção. :) // Cumpts.

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  3. Caríssimo Bic Laranja:
    Do tempo, sim, mas do cronológico, como sugerem estes magníficos veículos que já não há, ao contrário das nuvens que ainda aparecem e fomentariam a abordagem meteorológica.
    Abraço.

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  4. Bic Laranja19/8/06 19:43

    Podiam os pregoeiros falar disso, pois!... Cumpts.

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