Palácio Vilalva, fachada principal. Instalações do Q.G. da R.M.L., Lisboa, c. 1909.
Joshua Benoliel in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
« O topo N. do largo de S. Sebastião da Pedreira é ocupado pelo palacete que foi do capitalista José Maria Eugénio de Almeida, à direita do qual há um palácio setecentista conhecido pelo palácio das Picoas [Palácio Sá da Bandeira].»
Q. G. da R.M.L.— Palácio Vilalva [à dir. o palácio Sá da Bandeira], Lisboa, [s.d.].
Eduardo Portugal in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
Para o N. segue a estrada...
Excertos de: Raúl Proença, Guia de Portugal, 1.º v., Generalidades; Lisboa e arredores, 1.ª ed., Lisboa, B.N., 1924, p. 432. [Reed. da Fundação Calouste Gulbenkian, imp. 1991, que reproduz fielmente a 1.ª ed. de 1924].
Fotografias: Arquivo Fotográfico da C.M.L.
Embora seja novo por estas andanças encontrei este blog e está genial! Só de pensar que vivo mesmo ali ao lado. :]
ResponderEliminarMeu caro BIC, não quero deixar de te agradecer por mais uma deliciosa lição de História. Mais uma vez o meu muito obrigado!
ResponderEliminarA construção era bonita e com a vantagem de se conseguir ver o céu sem ficar com dores no pescoço!
ResponderEliminarClandesstino e João, obrigado eu! // Luar, muito verdade, muito verdade! A altura dos edifícios e as ruas sombrias hoje em dia também me desencantam. // Cumpts.
ResponderEliminarO que o Palácio ganhava sem os muros de que os actuais ocupantes o rodearam!
ResponderEliminarAbraço.
E o largo sem os carros... Cumpts.
ResponderEliminar