Pela estr. ordinária: 2,6 km, S. Sebastião da Pedreira; [...]

Av. António Augusto de Aguiar, a S. Sebastião, Lisboa, c. 1909.
Joshua Benoliel in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
« [A Av.] de António Augusto de Aguiar, plantada de ailantos, pitósporos e choupos de Holanda, e à esquerda da qual ficam os terrenos destinados ao Parque de Eduardo VII. Paralela a ela corre a E. a rua de S. Sebastião da Pedreira, que termina no largo do mesmo nome, onde se eleva a igreja de S. Sebastião da Pedreira, fundada em 1652 junto duma antiga ermida que ali existia no séc XVI.»

Igreja de S. Sebastião da Pedreira, fachada principal, Lisboa, c. 1909.
Joshua Benoliel in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
« Interior carregado de decoração, com silhares de azulejos e excelente talha do séc. XVII nos caixilhos que emolduram as telas. Entre as imagens, as de N.ª S.ª da Saúde, trazida em 1539 de Roma pelo patriarca das Índias D. João Bermudes, e de S.ta Rita de Cássia, que veio do convento dos Grilos.»
* * *
Av. António Augusto de Aguiar e Rua Augusto Santos, a S. Sebastião, Lisboa, c. 1909.
Joshua Benoliel in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
Excertos de: Raúl Proença, Guia de Portugal, 1.º v., Generalidades; Lisboa e arredores, 1.ª ed., Lisboa, B.N., 1924, p. 432. [Reed. da Fundação Calouste Gulbenkian, imp. 1991, que reproduz fielmente a 1.ª ed. de 1924].
(Revisto e augmentado em 12/XI/17.)
Muitos anos mais tarde, esta igreja haveria de ser um dos pontos de referência dos meus primeiros percursos de carro pela cidade. Ela e a esquina da António Augusto de Aguiar que quase lhe fica em frente, e o seu torreão. Pela estrada ordinária... passando pelos Campos Elíseos. Um abraço
ResponderEliminarCaro Bic Laranja, isto é que é serviço público! Passo todas as semanas por aqui, pois gosto de almoçar no CAM da Gulbenkian, indo por Stª Marta e adjacências e sempre noto a igrejinha, em que nunca, porém, entrei. Agora, a curiosidade está estimulada.
ResponderEliminarAbraço.
Magnificas fotos !! Fiquei deslumbrado...e ainda bem que identifica os locais :) eu não chegava lá por mais voltas que desse ! Está tudo tão diferente !
ResponderEliminarCaro Manuel, folgo em saber que mesmo por estradas ordinárias há recordações mais ou menos gratas. // Caro Paulo, obrigado pelo cumprimento. às vezes as coisa mais ao pé acabam por ficar mais à margem, não é? // Cumpts. a ambos.
ResponderEliminarObrigado, caro Bruno. De feito os lugares das fotografias estão irreconhecíveis. Cumpts.
ResponderEliminarTanto ar puro...tanto espaço!!!!!
ResponderEliminarQue espectáculo de fotos. Autênticas pérolas da minha cidade.
ResponderEliminarExcelente, esta digressão pela Lisboa de outras eras. A Marina Tavares Dias que se cuide. Parabéns.
ResponderEliminarEra maravilhosa, não era? E ao que chegou... // Ao Miguel C. Branco: a Marina Tavares Dias é uma autora conceituada e com obra notável; a sua apreciação é muitíssimo generosa. Muito obrigado! Obrigado a todos e cumpts.
ResponderEliminarFiquei encantada com as fotos! Gosto imenso de ver imagens de outros tempos. Obrigada por partilhá-las connosco.
ResponderEliminarUm abraço,
Daniela
Obrigado eu, pelas suas palavras. Cumpts.
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