Dá-me a impressão que o pachorrento carro eléctrico que, julguei eu, vinha ontem de Benfica ou Carnide afinal ainda lá não chegara. Este que se vê aí é que vem de lá. São os animais que no-lo mostram. A bem dizer, podiam lá os animais circular sempre à toa! Só se fossem umas bestas!...
Avenida António Augusto de Aguiar, Lisboa, [1909].
Joshua Benoliel in Arquivo Fotográfico da C.M.L..
[Este alfacinha aqui especado é que não parece muito convencido.]
O que a mim me deixa surpreso é a largura das ruas para o movimento que havia. Hoje é o que se vê, era preciso 4 vezes mais
ResponderEliminarHoje encara-se isto ora com vista curta, ora vista grossa. Cumpts.
ResponderEliminarDas coisas que o amigo se lembra...
ResponderEliminarE as coisas que desencanta, encantando!
Um abraço
(a ver se não sai comentário repetido)
Amabilidade sua. Obrigado e cumpts.!
ResponderEliminarAposto uma bica, Caro Bic, em como o cidadão imortalizado acaba de fazer uma descoberta de dupla vocação: a de mirone e de vidente. Misturando ambas, aguarda um acidente entre o eléctrico e o Jerico. Alegrias!
ResponderEliminarAbraço.
Para já não disponho de documento comprovativo da sua tese. Mas ausênca de prova não é prova de ausência. Deixemos o caso em aberto. Cumpts. :)
ResponderEliminara AAA antes de a destruirem, faz saudade, quase todos os meses passo nela quando vou ao médico ao IPO porcausa da epilepsia devido a lista de espera das espcialidades.
ResponderEliminarbelo trabalho de pesquisa.
Nesta avenida o tempo podia ter parado em 1909. Sem dúvida. Cumpts.
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