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quinta-feira, 2 de março de 2006

Vende-se

ÓPTIMA LOCALIZAÇÃO. ÁREAS EXCELENTES PARA HOTEL OU CONDOMÍNIO DE LUXO. FACILIDADES...

Instituto Câmara Pestana, Palhavã (M.M. Jesus, 1957)
I.P.O., Lisboa, 1957. Foto: Manuel Mendes de Jesus, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.

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9 comentários:

  1. Este edificio tem 80 anos e muita história. Dizem eles que remodelá-lo implica um investimento de 100 milhões de euros. Contruir outro custa 120 milhões de euros. Vender este edíficio resulta num encaixe de 130 milhões de euros (deve ser, deve!!!). Expliquem-me lá estas opções de negócios como se eu fosse muito burra!!!!!! Porquê remodelar, realmente? Defenda-se já a incineração dos doentes e a margem de lucro subirá 100%.

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  2. Mais: ouço que vão mudar para Oeiras. Porquê Oeiras? (A Judiciária também era para Oeiras, lembra-se?) E porque não Loures ou Vila Franca ou &c.? (E por falar em Oeiras, o Isaltino parece que se livrou...) Os hospitais são um grande negócio imobiliário, é o que é! Negócio fechado, pelo que se vê... Cumpts.

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  3. Lembras-te da polémica em torno da demolição do hotel Estoril-Sol, autorizada pelo António Capucho? Mais outra história mal contada...já não há histórias de encantar, como antigamente. Parece que as histórias actuais são todas de embalar...piu!

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  4. Quanto ao Estoril-Sol, que me toca cá muito na pele, é incrível como um edifício tão desproporcionado se tornou um "ex-libris" de Cascais. De resto, pioneiro na construção anti-sísmica do Século XX português, com a ponte velha e o Palácio de Justiça, creio. E está longe de ser a única torre. Mas estes critérios...
    Já a demolição, é como a conversa dos estádios, lembram-Se? Que saía muito mais barato construir de raiz, do que remodelar, bláblábláblábláblábláblá...
    Abraço e beijinhos aum Certo Pássaro que deitou gasolina no fogo...

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  5. Sou utente desse hospital e é um crime mada-lo abaixo mas tirei a máscara a um dos membros da para-ditadura socialisata que (des)governa portugal e fui surpresa quando vi quam estava atrás da máscara.

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  6. Paulo Cunha Porto: o argumento 'mais barato' só prova que se age pelo negócio. // Tron: já vi e parece-me que o entendi... // Cumpts.

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  7. Para tranquilizar os Leitores, a gasolina por mim referida era a mochesca chamada à colação das presumíveis traficâncias envolvidas na demolição do emblemático hotel em que tive a honra de, em tempos, estar hospedado.
    Mil perdões ao Bic Laranja e Amigos, pelas obscuridades deste desgraçado comentador.

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  8. O único leitor a precisar de ser tranqulizado confessa aqui a sua própria limitação de entendimento para entender o que era claro e óbvio. Não há nada que pedir desculpa. Cumpts.

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