Este edificio tem 80 anos e muita história. Dizem eles que remodelá-lo implica um investimento de 100 milhões de euros. Contruir outro custa 120 milhões de euros. Vender este edíficio resulta num encaixe de 130 milhões de euros (deve ser, deve!!!). Expliquem-me lá estas opções de negócios como se eu fosse muito burra!!!!!! Porquê remodelar, realmente? Defenda-se já a incineração dos doentes e a margem de lucro subirá 100%.
Mais: ouço que vão mudar para Oeiras. Porquê Oeiras? (A Judiciária também era para Oeiras, lembra-se?) E porque não Loures ou Vila Franca ou &c.? (E por falar em Oeiras, o Isaltino parece que se livrou...) Os hospitais são um grande negócio imobiliário, é o que é! Negócio fechado, pelo que se vê... Cumpts.
Lembras-te da polémica em torno da demolição do hotel Estoril-Sol, autorizada pelo António Capucho? Mais outra história mal contada...já não há histórias de encantar, como antigamente. Parece que as histórias actuais são todas de embalar...piu!
Quanto ao Estoril-Sol, que me toca cá muito na pele, é incrível como um edifício tão desproporcionado se tornou um "ex-libris" de Cascais. De resto, pioneiro na construção anti-sísmica do Século XX português, com a ponte velha e o Palácio de Justiça, creio. E está longe de ser a única torre. Mas estes critérios... Já a demolição, é como a conversa dos estádios, lembram-Se? Que saía muito mais barato construir de raiz, do que remodelar, bláblábláblábláblábláblá... Abraço e beijinhos aum Certo Pássaro que deitou gasolina no fogo...
Sou utente desse hospital e é um crime mada-lo abaixo mas tirei a máscara a um dos membros da para-ditadura socialisata que (des)governa portugal e fui surpresa quando vi quam estava atrás da máscara.
Para tranquilizar os Leitores, a gasolina por mim referida era a mochesca chamada à colação das presumíveis traficâncias envolvidas na demolição do emblemático hotel em que tive a honra de, em tempos, estar hospedado. Mil perdões ao Bic Laranja e Amigos, pelas obscuridades deste desgraçado comentador.
O único leitor a precisar de ser tranqulizado confessa aqui a sua própria limitação de entendimento para entender o que era claro e óbvio. Não há nada que pedir desculpa. Cumpts.
Este edificio tem 80 anos e muita história. Dizem eles que remodelá-lo implica um investimento de 100 milhões de euros. Contruir outro custa 120 milhões de euros. Vender este edíficio resulta num encaixe de 130 milhões de euros (deve ser, deve!!!). Expliquem-me lá estas opções de negócios como se eu fosse muito burra!!!!!! Porquê remodelar, realmente? Defenda-se já a incineração dos doentes e a margem de lucro subirá 100%.
ResponderEliminarMais: ouço que vão mudar para Oeiras. Porquê Oeiras? (A Judiciária também era para Oeiras, lembra-se?) E porque não Loures ou Vila Franca ou &c.? (E por falar em Oeiras, o Isaltino parece que se livrou...) Os hospitais são um grande negócio imobiliário, é o que é! Negócio fechado, pelo que se vê... Cumpts.
ResponderEliminarLembras-te da polémica em torno da demolição do hotel Estoril-Sol, autorizada pelo António Capucho? Mais outra história mal contada...já não há histórias de encantar, como antigamente. Parece que as histórias actuais são todas de embalar...piu!
ResponderEliminarMuito verdade! Cumpts.
ResponderEliminarQuanto ao Estoril-Sol, que me toca cá muito na pele, é incrível como um edifício tão desproporcionado se tornou um "ex-libris" de Cascais. De resto, pioneiro na construção anti-sísmica do Século XX português, com a ponte velha e o Palácio de Justiça, creio. E está longe de ser a única torre. Mas estes critérios...
ResponderEliminarJá a demolição, é como a conversa dos estádios, lembram-Se? Que saía muito mais barato construir de raiz, do que remodelar, bláblábláblábláblábláblá...
Abraço e beijinhos aum Certo Pássaro que deitou gasolina no fogo...
Sou utente desse hospital e é um crime mada-lo abaixo mas tirei a máscara a um dos membros da para-ditadura socialisata que (des)governa portugal e fui surpresa quando vi quam estava atrás da máscara.
ResponderEliminarPaulo Cunha Porto: o argumento 'mais barato' só prova que se age pelo negócio. // Tron: já vi e parece-me que o entendi... // Cumpts.
ResponderEliminarPara tranquilizar os Leitores, a gasolina por mim referida era a mochesca chamada à colação das presumíveis traficâncias envolvidas na demolição do emblemático hotel em que tive a honra de, em tempos, estar hospedado.
ResponderEliminarMil perdões ao Bic Laranja e Amigos, pelas obscuridades deste desgraçado comentador.
O único leitor a precisar de ser tranqulizado confessa aqui a sua própria limitação de entendimento para entender o que era claro e óbvio. Não há nada que pedir desculpa. Cumpts.
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