
Em 1972 ou 1973 comecei a trabalhar na construção. Não tinha muita experiência no ramo mas o mano mais velho ia dando alguma ajuda. Ele na altura dedicava-se principalmente aos transportes; só não me recordo bem se conduzia o camião dos congelados se o do leite.

Pouco depois passei eu a controlar os transportes e a construção até que os transmiti a um sobrinho que já se reformou do negócio.
Segundo julgo saber, expandiste bastante estes negócios com injecções de capital por parte da tua mãe. Bjs.
ResponderEliminarTinha que ser. A minha gestão era ruinosa. Bjs.
ResponderEliminarEsqueceste-te de falar dos accionistas maioritários que são os primos por parte da mãe, do administrador efectivo (o sogro), do conselho de administração (formado pelos tios) e claro, dos operários e motoristas (formado pelos elementos da família que não chegaram lá)!!! Para além das fusões e cisões que já criaste no Brasil e na China e nos milhares de euros que dás todos os anos em donativos. Ó Bic, continua em alta que ainda hás-de fazer sombra ao sobrinho do Isaltino!!!!
ResponderEliminarCisões, fusões, nepotismo, cunhas, senhas de gasolina e, sobretudo conselhos de administração a torto e a direito, estavam muito menos na moda. Nos anos 70 era mais simples: eu brincava aos negócios e a mãe finaciava os brinquedos. O défice era controlado pelo meu pai. Cumpts.
ResponderEliminarO guindaste foi o meu primeiro Lego. Os camiões foram os primeiros Legos do meu irmão.
ResponderEliminarNão é assim tanto contraditório com o meu da "Mattel" :-)
ResponderEliminarEstas engenhocas são bastantes educativas e permitem alargar a imaginação fugindo do plano estabelecido em cada caixinha.