:) É o 1300? Não é o 1100? O meu primo Zeca tinha um 1100 e ainda durou mais um ano ou dois. Mais duraria não fôra um tipo vir desembestado bater-lhe na vila de Sintra e ter de ir para a sucata.
Creio ser o 1300, pelos farolins traseiros. O 1100 tinha-os (tem-nos) mais verticais. Tinha eu, por esse tempo, um Fiat 600D. Um Seat, enfim, por cá vendido - era de 71, cansado mas fiel! - com o "F" da então marca-mãe. Memórias felizes.
Os farolins traseiros, segundo li, diferiam do Mk. I, de 1963, para o Mk. II, de 1969. Os automóveis deste tempo eram engenhos sobretudo mecânicos, quando muito, electromecânicos, sem os manhosos mistérios da electrónica. Nesta medida bem mais previsíveis. Cumpts.
Será então muito possivelmente isso, uma evolução estética do modelo e não uma distinção entre versões do mesmo. Quanto à electrónica, que dizer... Muitas vantagens e, quando a electrónica assim decide, muitas complicações. Cumprimentos
O meu último ano em Lx?
ResponderEliminarPensar que ainda circulavam Austins 1300!
Cumprimentos.
:)
ResponderEliminarÉ o 1300? Não é o 1100?
O meu primo Zeca tinha um 1100 e ainda durou mais um ano ou dois. Mais duraria não fôra um tipo vir desembestado bater-lhe na vila de Sintra e ter de ir para a sucata.
Abraço.
Creio ser o 1300, pelos farolins traseiros. O 1100 tinha-os (tem-nos) mais verticais.
ResponderEliminarTinha eu, por esse tempo, um Fiat 600D. Um Seat, enfim, por cá vendido - era de 71, cansado mas fiel! - com o "F" da então marca-mãe.
Memórias felizes.
Os farolins traseiros, segundo li, diferiam do Mk. I, de 1963, para o Mk. II, de 1969.
ResponderEliminarOs automóveis deste tempo eram engenhos sobretudo mecânicos, quando muito, electromecânicos, sem os manhosos mistérios da electrónica. Nesta medida bem mais previsíveis.
Cumpts.
Será então muito possivelmente isso, uma evolução estética do modelo e não uma distinção entre versões do mesmo.
ResponderEliminarQuanto à electrónica, que dizer... Muitas vantagens e, quando a electrónica assim decide, muitas complicações.
Cumprimentos