Primeiro, opera-se uma transumância de multidões de machos de mochilinha às costas e em idade de ir à guerra (nem que seja armados — para já — só de telemóvel); mouros de trabalho, diz-se e difunde-se pelas tubas da propaganda oficial sem nunca o provar, parece que pela falta de mão-de-obra nativa…
Segundo, espalham-se aqueles machos por reinos e império e mandam-se vir de mansinho as fêmeas em idade de procriar. Vieram antes os machos só de mochilinha, mas passeiam-se agora com a sua trouxa de duas pernas atrás, com a cria em gestação ou já de carrinho de bebé. Com subsídio e mais barriga para continuar…
Terceiro. Os nativos notam meios baralhados o que lhes está a acontecer: estão a ser sitiados na sua terra, na sua casa. Estrebucham (pouco, muito, em surdina, mas são sempre censurados; injuriados até!) E esgrimem (tentam) com leizinhas que encalham em leizorras, mas na realidade tudo isso é só a quinta coluna que mina toda uma civilização com dois mil anos descaradamente a ser tomada de assalto.
Os factos o demonstram, mas a insídia impera.
E prossegue:
No desacreditar dos receios sentidos e no aviso de todos aqueles que alertam.
E, no terreno, no encalhanço das leis, na teia da burocracia, enquanto na realidade as trouxas e as sacas de batatas parem nem que seja de burka, nem que seja num hospital particular, a expensas de quem…?
Em simultâneo o processo acelera-se e mais fardos são trazidos: gado velho, doente, paralítico, demente ou estropiado, o que seja, para fazer número.
A infecção alastra. Todos vêem; ninguém faz nada…
Ou faz.
Com ela, a infecção, vastamente alastrada, exigir-se-á nova ordem para (cuidam) domesticar o gado infecto que vai enchendo o curral. — Já se o vislumbra à porta de S. Bento, e por todo o império onde a infecção alastrou.
Os nativos (tidos também por gado desde o princípio) não tem salvação. Nem lugar. Adeus!

Portugal em imagem, Lisboa — © 2025
Posfácio: demasiados mandaretes gananciosos e idiotas úteis fomentam a islamização em curso que, por fim, os acabará por devorar nas suas próprias alcáçovas onde se cuidam por agora e ao depois a salvo da plebe; a nativa, e a do inimigo a quem franqueiam as portas da Cristandade.
Não lhes invadamos já (a esses mandaretes insidiosos) a sala de estar ou condomínio fechado. Continuemos a olhar para Emirates nas camisolas do futebol dessa Europa e outos patrocínios do género sem ver o que lhe subjaz, e vamos a ver onde iremos parar.
Pf tente ler este post e diga-me o que acha.
ResponderEliminarBoas leituras
https://leiturasimprovaveis.blogs.sapo.pt/grand-hotel-europa-de-ilja-leonard-189383
ResponderEliminar«Quem está disposto a arriscar a vida não se deixa deter por nada.»
ResponderEliminarA menos que o detenham mesmo tirando-lhe o que arriscou: a vida. A restante conversa, calculo, porque parei no passo que cito, parte de premissa viciada. De que só uma das partes está disposta a arriscar a vida. Covadonga e Poitiers são prova histórica disso.
A contemporização com Hitler é prova mais recente de que uma torrente também se estanca.
Uma questão de vontade, método e trabalho.