Ùltimamente, a cada vez que «falo» para lá (isto se gravações e algoritmos informáticos no atendimento ao depositante são falar para alguém), anda-me o banco a seringar para lhe dar «consentimento» para o que quero lá saber.
Epá, não me sarnem!
Dantes quem calava consentia. Se abusadores como os bancos puseram o mundo agora às avessas e se por conseguinte quem cala já não consente, então, senhores, se lhes não respondo uma, duas, três vezes ao «consentimento» pedido, é porque não consinto. Não consinto lá o que seja que me querem, pôça! Já que a inteligência normal dos do banco não atinge cá esta lógica, que digam ao menos à inteligência artificial que os ampara para ir chatear o Camões!

Largo do Camões, Lisboa, 197…
A. n/ id., in Colecção da Fundação Portimagem.
Boa fotografia.
ResponderEliminarAnos 70, 2ª metade: 2 carochas mas um 127 e uma carrinha japonesa.
Datsun, provàvelmente.
ResponderEliminarMérito ao A. e à Portimagem.
Cumpts.
Datsun 120Y
ResponderEliminar👍🏻
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