Basta recuar a 2017. Altura em que tínhamos 3,6% de estrangeiros. Agora vamos com 15%. Em breve, com o beneplácito do Zé Spinumviva, quando chegar o meio milhão de familiares da escumalha que já cá está, passaremos a 20%. Enquanto a escravatura dos tempos modernos que anda por aí escondida à vista de todos continuar a encher bolsos de sobas que vivem na impunidade, isto não vai parar. Antes pelo contrário. Já éramos uma espécie de África enfiada no rabo da Europa, agora somos também um porto de abrigo para aquelas castas que na terra deles cagam na rua e que agora fazem-no também por cá. É caso para dizer. Já fomos! Já só falta o leão do Sporting usar turbante e passarmos a ter cricket na lista de modalidades (já tivemos em 1908/09), mas a clientela era outra. Cumprimentos.
Estranha coisa estes migrantes. Só duma proveniência e só num sentido: de terras de moirama e de terras de cafres para terras da cristandade e não (nunca) ao contrário, porque seria coisa feia, colonialismo. E ai de quem diga mal: — Racismo! Depois a moirama não se muda ràpidamente nem em fôrça para os lugares ricos do islão — Arábia Feliz, Dubai, Qatar… Nunca! Idem para a China, Japão ou Coreia: também para ali não «migram» pretos nem mouros. Será que as viagens não são pagas para lá? Ou são pagas por lá…
Basta recuar a 2017. Altura em que tínhamos 3,6% de estrangeiros. Agora vamos com 15%. Em breve, com o beneplácito do Zé Spinumviva, quando chegar o meio milhão de familiares da escumalha que já cá está, passaremos a 20%. Enquanto a escravatura dos tempos modernos que anda por aí escondida à vista de todos continuar a encher bolsos de sobas que vivem na impunidade, isto não vai parar. Antes pelo contrário.
ResponderEliminarJá éramos uma espécie de África enfiada no rabo da Europa, agora somos também um porto de abrigo para aquelas castas que na terra deles cagam na rua e que agora fazem-no também por cá.
É caso para dizer. Já fomos!
Já só falta o leão do Sporting usar turbante e passarmos a ter cricket na lista de modalidades (já tivemos em 1908/09), mas a clientela era outra.
Cumprimentos.
Estranha coisa estes migrantes. Só duma proveniência e só num sentido: de terras de moirama e de terras de cafres para terras da cristandade e não (nunca) ao contrário, porque seria coisa feia, colonialismo. E ai de quem diga mal: — Racismo!
ResponderEliminarDepois a moirama não se muda ràpidamente nem em fôrça para os lugares ricos do islão — Arábia Feliz, Dubai, Qatar…
Nunca!
Idem para a China, Japão ou Coreia: também para ali não «migram» pretos nem mouros.
Será que as viagens não são pagas para lá?
Ou são pagas por lá…
Cumpts.