Um artista bom para contar livros. No sítio certo — a biblioteca das Galveias. Na profissão errada, porém. Era de o aproveitar melhor para assentar tijolo.
Caso não, não se perdia tê-lo nas cargas e descargas, a lidar com paletes de livros, de tijolos, o que fosse.
De MDF não sei o que diga, mas de ferragens parece-me este camarada bem capaz: às bestas, não é o que se faz…?
![«já [sic] é amanhã, camaradas» [arte cabotina], Palácio Galveias (João Palmeira, 2025](https://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ge618ca29/22760805_T2DOC.jpeg)
«já [sic] é amanhã, camaradas» [arte cabotina], Palácio Galveias (João Palmeira, 2025).
P.S.: a arte em primeiro plano é o que se vê: lombada à mostra, só a spinolada que deu o mote ao fim de Portugal; de resto, só o corte do miolo da livralhada histórico-política do séc. XX português — corte do miolo que bem assalta esta arte e estes artistas; de histórico, a política dá agora mais em mostrar ser isto do que o que os azulejos de Leopoldo Battistini em segundo plano ilustram, cujo holofote se vira muito sintomàticamente ao contrário, encobrindo a representação do combate da nau Chagas com os corsários ingleses ao largo dos Açores em 1594: desta memória esquecida, que quere-se lá agora saber, podemos achar um perdido relato pelo Capitão-Tenente da Armada, Francisco Maria Bordalo, n' O Panorama, n.º 42, de 21 de Outubro de 1854, pp. 332-333.
![«já [sic] é amanhã, camaradas» [arte cabotina], Palácio Galveias (João Palmeira, 2025](https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G73172d87/22760806_0CifV.jpeg)
Qualquer ideia parva já há um bom tempo que é julgada uma obra d'arte.
ResponderEliminarLembro-me de ver uma reportagem em que se viam uns tantos a contemplar uma série de telas em branco.
É o que temos.
Um abraço
Assim é. Nada fazer.
ResponderEliminarAbraço.
(Deu bicaneco.)
Pois deu!
ResponderEliminarEspero que isto não tenha sido pago com o dinheiro dos Portugueses; só trampa é o que nos resta.
ResponderEliminarRazão tinha o Presidente Rui Rio quando liderou a Câmara Municipal da Cidade do Porto e acabou com o chulanço desta escumalha liberal/maçónica que a pretexto da "arte" e "cultura" para eles, dedicavam-se a saquear o Orçamento Municipal subsidiando-se.
Deviam pagar-lhe em livros. Os que se para ali vêem que, a julgar pela amostra daquele que dá a lombada a mostrar o título, devem ser tomos não só de peso como de sustância. E com a sustância não me iludo. Foi dinheiriho do orçamento da cultura para cultura do povo; ou não tratássemos aqui de livros.
ResponderEliminarA ordem de transferência foi dada por um confrade capacidóneo (irmão capaz e idóneo) nomeado e autorizado pelos homens e certificado por Deus para gastar o dinheiro dos outros.
A bem da nação, certamente, embora se não possa dizer assim.
Cumpts.