Ainda não foi champanhe. Abri aqui uma garrafita de verde. Alvarinho. Pus meio copito. E a seguir mais um nadinha. De vagarinho. O verde quere-se fresco mas, como a coisa está, tem de se ir com vagar. Uma semanita… Ao depois, não se pode pôr muito porque logo aquece, que é como diz do verdinho o tio Júlio — por sinal um grande benfiquista; o benfiquista que mais prezo.
Menos mal ainda para si porque a esperança é a última coisa…
Melhor para mim nesta minha concessão à bola, contente que estou sem estar feliz, como me disse agora ali há pouco a senhora.
Cuido que nesta fase da vida me posso dar este tanto às mundanices de que Portugal ainda existe. Não à toa, fado tenho posto para aqui com fartura; futebol é como digo; e Fátima, bem, estamos em Maio, não é verdade?!…
Vai a propósito uma novidade antiga?

«O Sporting derrotou o Benfica numa partida pouco brilhante», Diario de Lisbôa, 23-3-941.
P.S.: a final ouvi gritarem os golos [dos quintais, não dos cafés]; talvez dele esta agora… Haja esperança!…
Há que aguardar mais uma semana :)
ResponderEliminarCumprimentos.
É verdade!
ResponderEliminarCumpts.
E a "campanha" eleitoral que fechou mais cedo no dia do da bola? Ahahahahah
ResponderEliminarNão. A bola faz parte da política. Parte de leão, já agora.
ResponderEliminarCumpts.
Vamos a eles! A arrebatar o caneco!
ResponderEliminarAbraço.
ResponderEliminarAbraço.