Ai, Lisboa! Tu a deixares de ser e inda sendos porque….
— Olhe! Em a gente se habituando ao bacalhau cozido, não há nada que tome o seu lugar.
Amália, Ai Lisboa (José Galhardo, Frederico Valério, 1956, in Amália Secreta 1953-1958, Tradisom, 2009»),
sobre cenas d' Os Verdes Anos (Paulo Rocha, 1963).
Ai Lisboa, já não és. A nau Portugal naufragou!…
Feliz ano de 25, se possível…
Quando me ocorre aquela canção 'Lisboa não sejas francesa' e olho para a cidade penso que 'olhem mais valia que fosse francesa'.
ResponderEliminarNem sei que lhe diga.
ResponderEliminarFoi o que foi. Nada é.
Ano bom, se possível…
O sr. BicLaranja parece-me deprimido, decepcionado e triste neste início de ano civil, tempo de esperanças renovadas. Então? Anime-se que tristezas não pagam dívidas. Isto está tão mal que só pode melhorar, não é?
ResponderEliminarVendo bem, os franceses roubaram-nos à grande e à francesa.
ResponderEliminarE a cidade a vê-los embarcar com toda a roubalheira com os ingleses a olhar pro lado.
Cumpts.
É desencanto, do que vejo em redor. Vejo-me como encurralado em terra estranha; a minha. Pode não piorar, mas não levará melhora.
ResponderEliminarAno bom, se possível.
Vendo bem, os ingleses caucionaram o esbulho pela Convenção de Sintra, onde os Portugueses não foram achados.
ResponderEliminarÉ das tais coisas: o país entregue a estrangeiros…
Que vemos hoje?…
Ano bom, se possível.