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sábado, 4 de janeiro de 2025

Ai, Lisboa!…

 Ai, Lisboa! Tu a deixares de ser e inda sendos porque….



— Olhe! Em a gente se habituando ao bacalhau cozido, não há nada que tome o seu lugar.



 



Amália, Ai Lisboa (José Galhardo, Frederico Valério, 1956, in Amália Secreta 1953-1958, Tradisom, 2009»),
sobre cenas d' Os Verdes Anos (Paulo Rocha, 1963).


 


 Ai Lisboa, já não és. A nau Portugal naufragou!…
 Feliz ano de 25, se possível…


 

6 comentários:

  1. Quando me ocorre aquela canção 'Lisboa não sejas francesa' e olho para a cidade penso que 'olhem mais valia que fosse francesa'.

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  2. Nem sei que lhe diga.
    Foi o que foi. Nada é.

    Ano bom, se possível…

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  3. Percival4/1/25 21:45

    O sr. BicLaranja parece-me deprimido, decepcionado e triste neste início de ano civil, tempo de esperanças renovadas. Então? Anime-se que tristezas não pagam dívidas. Isto está tão mal que só pode melhorar, não é?

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  4. Anónimo5/1/25 00:35

    Vendo bem, os franceses roubaram-nos à grande e à francesa.
    E a cidade a vê-los embarcar com toda a roubalheira com os ingleses a olhar pro lado.

    Cumpts.

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  5. É desencanto, do que vejo em redor. Vejo-me como encurralado em terra estranha; a minha. Pode não piorar, mas não levará melhora.
    Ano bom, se possível.

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  6. Vendo bem, os ingleses caucionaram o esbulho pela Convenção de Sintra, onde os Portugueses não foram achados.
    É das tais coisas: o país entregue a estrangeiros…
    Que vemos hoje?…

    Ano bom, se possível.

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