Em tempos referia-me irònicamente a coisas destas como cursus honorum, um instituto da Roma antiga. O caso é que Roma traditoribus non premiae ou Roma não paga a traidores — o latim torna-se já desadequado. Usemos linguagem vulgar, pois:
Eis o trampolineiro.
« A única forma de sermos verdadeiramente patrióticos, de assegurarmos a soberania, é construir uma Europa comum.»
(«Costa assume [a] liderança do Conselho Europeu», Expresso / Lusa, 29/XI/24.)

Mas o gajo não é indiano?
ResponderEliminarMalabarista.
ResponderEliminarCumpts.
O dr. António Costa é Português, seria Indiano se não tivesse sangue Português.
ResponderEliminarMalabarista, até fez desaparecer o PCP
ResponderEliminarPercival, você sabe que ele nasceu em Lisboa, filho de um português moçambicano de origem goesa católica e de uma portuguesa do Seixal.
ResponderEliminarPara quê esse aparte da treta?
Entre outras habilidades.
ResponderEliminarCumpts.
Se o malabarista europeu português lisboeta, filho do monhé e da seixalense, não é indiano por que é que ele, em Janeiro de 2017, foi recebido como um "filho da Índia" e aceitou receber um colar de flores, uma "tiara" e manto indianos, só faltando a pintinha vermelha no meio dos olhos?
ResponderEliminarE a moeda de troca de tantos salamaleques foi a abertura das fronteiras cá do sítio às castas dos verdadeiros compatriopas dele.
Já agora, Vocemessês, o s.n. e o Figueiredo, são avençados xuxalistas? É que só o podem ser, para ficarem tão picados com o assunto!