Encostando-se ao vídeo, lá se parte a fita e não há mais filme para ninguém :) Cumprimentos. * Não estou a conseguir comentar na publicação anterior. Quando clico em 'comentar' surge-me a mensagem 'página não encontrada'. Já deve ter sido fanada por algum gajo da Porcalhota :)))))
Quem escreveu PORFAVOR não escreveu o resto. Não é video, se repararmos no r do encostar é igual ao do video por isso é vidro com um r mal desenhado, Em obrigado safou-se com um r diferente.
Imaginemos as línguas faladas, talvez pouco escritas, na Lisboa de 1500. A questão seria que nesses tempos quem por cá andava eram comerciantes flamengos, ingleses, alemães, franceses, e a gente da Guiné e da Índia pouca importância lhes era dada.
Imaginemos, bom ponto. O caso é que nesses tempos os letreiros eram muito menos, se os havia. E mercadores da Flandres e outros (não esquecer italianos, embora com estes fosse decerto mais fácil) ou se dispunham a falar como os da terra ou arranjavam um lingua (i.é, tradutor). Não haveria cá muito rebaixar a linguagem desvairada e pouco haveria de línguas francas
Os da Guiné e das partes da Índia eram o mesmo. Hoje parece que querem todos fazer-se pelos outros. Cumpts.
Quem escleveu, escleveu pol inteilo. Mistula as letlas maiúsculas com minúsculas e hesita numas quantas. Ou há-de aplendel ou fica assim. É como há-de ir. Cumpts.
Encostando-se ao vídeo, lá se parte a fita e não há mais filme para ninguém :)
ResponderEliminarCumprimentos.
* Não estou a conseguir comentar na publicação anterior. Quando clico em 'comentar' surge-me a mensagem 'página não encontrada'. Já deve ter sido fanada por algum gajo da Porcalhota :)))))
Será. A menos que seja vidlo…
ResponderEliminarObligado!
Quem escreveu PORFAVOR não escreveu o resto.
ResponderEliminarNão é video, se repararmos no r do encostar é igual ao do video por isso é vidro com um r mal desenhado,
Em obrigado safou-se com um r diferente.
Mas pior é HOJE FRANGO ÁFRICA SÉ
Cumpts.
Imaginemos as línguas faladas, talvez pouco escritas, na Lisboa de 1500.
ResponderEliminarA questão seria que nesses tempos quem por cá andava eram comerciantes flamengos, ingleses, alemães, franceses, e a gente da Guiné e da Índia pouca importância lhes era dada.
Cumts.
Não Encostal no vidlo.
ResponderEliminartrocam o r por o l .
Também me parece.
ResponderEliminarCumpts
Imaginemos, bom ponto.
ResponderEliminarO caso é que nesses tempos os letreiros eram muito menos, se os havia. E mercadores da Flandres e outros (não esquecer italianos, embora com estes fosse decerto mais fácil) ou se dispunham a falar como os da terra ou arranjavam um lingua (i.é, tradutor). Não haveria cá muito rebaixar a linguagem desvairada e pouco haveria de línguas francas
Os da Guiné e das partes da Índia eram o mesmo.
Hoje parece que querem todos fazer-se pelos outros.
Cumpts.
Quem escleveu, escleveu pol inteilo. Mistula as letlas maiúsculas com minúsculas e hesita numas quantas. Ou há-de aplendel ou fica assim.
ResponderEliminarÉ como há-de ir.
Cumpts.