As ofertas de emprego presentes na imagem foram escritas por um Estrangeiro(a).
E não há falta de Portugueses, o que há é falta de trabalho, com disciplina, com educação, pago de forma justa, respeito e cumprimento dos direitos laborais, e com equipas de trabalho ou empresas compostas desde o topo até à base por pessoas normais e não por psicopatas e parolos.
É curioso que até 2012 não havia falta de Portugueses para trabalhar ou para o que quer que fosse, foi o Governo liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, que provocou uma crise económico-social sem precedentes, provocou uma crise na habitação, e destruiu o trabalho em Portugal, o responsável pela desgraça a que o País e os Portugueses estão submetidos há 13 anos.
Infelizmente as más políticas praticadas por esse Governo foram continuadas nos Governos do dr. António Costa e terão continuidade no Governo liderado pelo Sr.º Primeiro-Ministro, Luís Esteves.
As ofertas de emprêgo são dum mouro. Se turco, berbere ou rume, não sei. Sei que tem pinta de cigano. A montra onde pousavam os anúncios, a casa fechou. Mudou-se, para mais acima na rua, diz lá agora um aviso aos fregueses. Só não diz que mataram lá um gajo antes de fechar. Nem veio nas notícias. E eu a penas soube pela vizinhança, em quadrilhando. Soube também aí que o tal mouro vende mais do que grelhados de cozinha tradicional portuguesa; parece que por trás da zona de bar…
Portugal acabou em 74, embora na aparência só mostrem a assinatura de capitulação em 86. Foi o tempo que levou a negociar a pilhagem do cadàverzinho e ilhas adjacentes, embora a propaganda mostre a coisa pomposa, inspirada até, com os espanhóis a capitularem em 2.º plano, no claustro dos Jerónimos, êsse flamejante jazigo da epopeia portuguesa.
Em 2012, desengane-se, meu amigo. Em 2012 já esta m… só fedia. Era um tal fedor que êsse tal Pedro Coelho nem se agüentou a jarda e pôs-se à margem. Lá nisso teve artimanha, embora não passe dum medíocre. Enquanto foçou não fez mais nem menos do qualquer mandarete faz ou fará; fez o que lhe mandaram.
Isto já não leva arranjo. E viu-se bem ontem a marcha que leva.
Na Cidade do Porto o cenário é semelhante sendo o mesmo promovido e implementado pelo Executivo do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» que Governa a C.M.P. de 2014 até à presente data.
Aquilo que descreve é transversal a outras áreas de actividade que servem de fachada para o tráfico/consumo de droga e o crime, como as "empresas" de "estafetas", «TVDES», «barber shops», comércio, restauração e bebidas, e outros negócios/empresas, detidas ou geridas por Estrangeiros e que empregam igualmente "trabalhadores" Estrangeiros, inclusive também estão emigrantes Portugueses ou filhos de emigrantes Portugueses metidos nesses esquemas.
Tudo isto com o apoio e conivência dos Executivos que Governam as Câmaras Municipais.
Concordo com o que diz em relação a Portugal mas a minha referência ao XIX Governo liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, é feita porque foi o principal responsável pela grave situação que o País enfrenta, foi esse Governo que rebentou com o cano de esgoto e deu o verdadeiro impulso para esta merda que estamos a viver, se fizer um exercício de memória – e tem toda a razão quando escreve que o País começou a desmoronar após golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974 – nós Portugueses lá íamos vivendo, trabalhando, fazíamos a nossa vida normal de forma livre e independente.
Para todos aqueles que nasceram no Século XX até ao final da Década de 80 começava-se a trabalhar entre os 16 e os 18 anos (alguns até mais cedo), os homens ainda tinham que cumprir o Serviço Militar caso contrário teriam muita dificuldade em arranjar trabalho, e aos 23 anos, grande parte dos Portugueses já vivia sozinho ou constituía família.
Havia trabalho em Portugal para todos os que queriam trabalhar independentemente da condição sócio-económica ou habilitações, com direitos, rigor, disciplina, respeito pelos colegas, e educação.
Era esta a realidade de Portugal até 2012 quando foi subvertida pelo XIX Governo liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, que destruiu o trabalho e provocou uma crise económica, habitacional, e social sem precedentes, tendo liderado o ataque à Classe-Média Portuguesa com o objectivo de a destruir.
Infelizmente estas más políticas foram mantidas pelos Governos do dr. António Costa e terão continuidade no Governo do Sr.º Primeiro-Ministro, Luís Esteves.
Como é que querem que os Portugueses contribuam integralmente para o seu País, constituam Família, e promovam o desenvolvimento da economia, se os Governos negam-lhes o direito ao trabalho, fomentam o desemprego, a instabilidade laboral, o aumento do valor dos arrendamentos de forma ilegal, e promovem o deslocamento de Estrangeiros para Portugal?
Agradeça à fraqueza e consideração de Marcello Caetano, aos Militares fiéis à Pátria (a maioria) que deveriam ter contrariado as ordens do Presidente do Conselho e bombardeado os navios da OTAN ao largo da costa de Lisboa e neutralizado os militares seus vassalos e traidores à Pátria que executavam o teatro do golpe de Estado, mas não o fizeram a partir do momento em que a cadeia de comando ficou quebrada pelo primeiro.
Por muito que lhe custe nunca haveria uma banho de sangue, mas esteve quase a acontecer no período após o golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974 até 1975, era uma das opções avançadas pelo dr. Carlucci e o dr. Kissinger durante a operação que iniciaram conhecida como Processo Revolucionário em Curso (PREC).
Essa dos mortos está viciada. As contas são bem outras, mas não nas querem feitas. V. os comandos da Guiné para começar. Considere o restante por todo o Ultramar, incluíndas as populações nativas que eram portugueses de direito e ficaram entregues a guerras civis e a tiranos aé hoje. Cumpts.
Vingou a recusa de lutar desde o comêço e em toda a linha. Falta de fibra. Até hoje e cada vez pior. Mesmo assim, os portugueses foram os últimos brancos a desistir. Estamos civilizadamente a ser engolidos como todos os outros e é o que se quere. Não sei quem promove isto, se os antigos deuses, se os do olimpo da globalização. Deus não é. Cumpts.
Há falta de portugueses para tudo. Dos que sabem grelhar e dos que sabem escrever.
ResponderEliminarCumprimentos.
As ofertas de emprego presentes na imagem foram escritas por um Estrangeiro(a).
ResponderEliminarE não há falta de Portugueses, o que há é falta de trabalho, com disciplina, com educação, pago de forma justa, respeito e cumprimento dos direitos laborais, e com equipas de trabalho ou empresas compostas desde o topo até à base por pessoas normais e não por psicopatas e parolos.
É curioso que até 2012 não havia falta de Portugueses para trabalhar ou para o que quer que fosse, foi o Governo liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, que provocou uma crise económico-social sem precedentes, provocou uma crise na habitação, e destruiu o trabalho em Portugal, o responsável pela desgraça a que o País e os Portugueses estão submetidos há 13 anos.
Infelizmente as más políticas praticadas por esse Governo foram continuadas nos Governos do dr. António Costa e terão continuidade no Governo liderado pelo Sr.º Primeiro-Ministro, Luís Esteves.
Sôbre tudo dos que sabem.
ResponderEliminarCumpts.
As ofertas de emprêgo são dum mouro. Se turco, berbere ou rume, não sei. Sei que tem pinta de cigano. A montra onde pousavam os anúncios, a casa fechou. Mudou-se, para mais acima na rua, diz lá agora um aviso aos fregueses. Só não diz que mataram lá um gajo antes de fechar. Nem veio nas notícias. E eu a penas soube pela vizinhança, em quadrilhando. Soube também aí que o tal mouro vende mais do que grelhados de cozinha tradicional portuguesa; parece que por trás da zona de bar…
ResponderEliminarPortugal acabou em 74, embora na aparência só mostrem a assinatura de capitulação em 86. Foi o tempo que levou a negociar a pilhagem do cadàverzinho e ilhas adjacentes, embora a propaganda mostre a coisa pomposa, inspirada até, com os espanhóis a capitularem em 2.º plano, no claustro dos Jerónimos, êsse flamejante jazigo da epopeia portuguesa.
Em 2012, desengane-se, meu amigo. Em 2012 já esta m… só fedia. Era um tal fedor que êsse tal Pedro Coelho nem se agüentou a jarda e pôs-se à margem. Lá nisso teve artimanha, embora não passe dum medíocre. Enquanto foçou não fez mais nem menos do qualquer mandarete faz ou fará; fez o que lhe mandaram.
Isto já não leva arranjo. E viu-se bem ontem a marcha que leva.
Cumpts.
Na Cidade do Porto o cenário é semelhante sendo o mesmo promovido e implementado pelo Executivo do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» que Governa a C.M.P. de 2014 até à presente data.
ResponderEliminarAquilo que descreve é transversal a outras áreas de actividade que servem de fachada para o tráfico/consumo de droga e o crime, como as "empresas" de "estafetas", «TVDES», «barber shops», comércio, restauração e bebidas, e outros negócios/empresas, detidas ou geridas por Estrangeiros e que empregam igualmente "trabalhadores" Estrangeiros, inclusive também estão emigrantes Portugueses ou filhos de emigrantes Portugueses metidos nesses esquemas.
Tudo isto com o apoio e conivência dos Executivos que Governam as Câmaras Municipais.
Concordo com o que diz em relação a Portugal mas a minha referência ao XIX Governo liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, é feita porque foi o principal responsável pela grave situação que o País enfrenta, foi esse Governo que rebentou com o cano de esgoto e deu o verdadeiro impulso para esta merda que estamos a viver, se fizer um exercício de memória – e tem toda a razão quando escreve que o País começou a desmoronar após golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974 – nós Portugueses lá íamos vivendo, trabalhando, fazíamos a nossa vida normal de forma livre e independente.
Para todos aqueles que nasceram no Século XX até ao final da Década de 80 começava-se a trabalhar entre os 16 e os 18 anos (alguns até mais cedo), os homens ainda tinham que cumprir o Serviço Militar caso contrário teriam muita dificuldade em arranjar trabalho, e aos 23 anos, grande parte dos Portugueses já vivia sozinho ou constituía família.
Havia trabalho em Portugal para todos os que queriam trabalhar independentemente da condição sócio-económica ou habilitações, com direitos, rigor, disciplina, respeito pelos colegas, e educação.
Era esta a realidade de Portugal até 2012 quando foi subvertida pelo XIX Governo liderado pelo ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, que destruiu o trabalho e provocou uma crise económica, habitacional, e social sem precedentes, tendo liderado o ataque à Classe-Média Portuguesa com o objectivo de a destruir.
Infelizmente estas más políticas foram mantidas pelos Governos do dr. António Costa e terão continuidade no Governo do Sr.º Primeiro-Ministro, Luís Esteves.
Como é que querem que os Portugueses contribuam integralmente para o seu País, constituam Família, e promovam o desenvolvimento da economia, se os Governos negam-lhes o direito ao trabalho, fomentam o desemprego, a instabilidade laboral, o aumento do valor dos arrendamentos de forma ilegal, e promovem o deslocamento de Estrangeiros para Portugal?
De futuro, só melhora.
ResponderEliminarCumpts.
É escrito por um português com erros ortográficos, e até não gosto de chamar trabalhador por causa das confusões.
ResponderEliminarCumpts.
essa do golpe de estado da OTAN é a desculpa dos que levaram um grande baile, e sem um único morto.
ResponderEliminarnunca tinha assim acontecido em lado nenhum
Agradeça à fraqueza e consideração de Marcello Caetano, aos Militares fiéis à Pátria (a maioria) que deveriam ter contrariado as ordens do Presidente do Conselho e bombardeado os navios da OTAN ao largo da costa de Lisboa e neutralizado os militares seus vassalos e traidores à Pátria que executavam o teatro do golpe de Estado, mas não o fizeram a partir do momento em que a cadeia de comando ficou quebrada pelo primeiro.
ResponderEliminarPor muito que lhe custe nunca haveria uma banho de sangue, mas esteve quase a acontecer no período após o golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974 até 1975, era uma das opções avançadas pelo dr. Carlucci e o dr. Kissinger durante a operação que iniciaram conhecida como Processo Revolucionário em Curso (PREC).
Essa dos mortos está viciada. As contas são bem outras, mas não nas querem feitas. V. os comandos da Guiné para começar. Considere o restante por todo o Ultramar, incluíndas as populações nativas que eram portugueses de direito e ficaram entregues a guerras civis e a tiranos aé hoje.
ResponderEliminarCumpts.
Vingou a recusa de lutar desde o comêço e em toda a linha. Falta de fibra. Até hoje e cada vez pior.
ResponderEliminarMesmo assim, os portugueses foram os últimos brancos a desistir. Estamos civilizadamente a ser engolidos como todos os outros e é o que se quere. Não sei quem promove isto, se os antigos deuses, se os do olimpo da globalização.
Deus não é.
Cumpts.
Talvez um português de Macau, para não ir mais longe…
ResponderEliminarCumpts.