Obrigado por estas fotografias. Qual seria a razão do Horácio Novais fazer estas duas fotografia ? Provavelmente para fotografar a arquitectura do prédio, que julgo contemporâneo do grande prédio da Rua José Estevão/Mindelo/Passos Manuel. Conheci bem esta Leitaria, que do lado da Rua Alexandre Braga, estava encostada a um talho de carne de cavalo. O aviso em relação ao trânsito para a Rua da Estefânia, provavelmente não seria pela Tv. Escola Araújo, que deve ter sido por onde veio o automóvel que está parado. Em 2019 ainda estavam a Pastelaria Santa Cruz e o Talho abertos e se assim for agora, estão há quase setenta anos. O prédio estava com muito bem conservado.
Ora, de nada! Podemos especular sobre a razão de H. Novais ter tirado as fotografias; alguns poderiam escrever até uma utopia da igualdade só em minúsculas ou um memorial só pontuado a vírgulas. Parece-me certo, em tanto, que o objecto da fotografia foi singelo: foi a leitaria. Curioso será o porquê: intuito comercial? O caso foi que de caminho ficou o prédio todo. Ou então vice-versa, admito também. Na «Arquitectura Modernista em Lisboa, 1925-1940» (C.M.L., 1991, pp. 38-39), uma espécie de inventário feito em 88 sobre o que o título diz, para a Câmara saber o que proteger do Modernismo, já constavam este n.º 1 da Alexandre Braga e os seguintes até ao 13, mais os 4, 6 (do Amadeu Gaudêncio) já então a pedirem chuva e hoje piores, devolutos e entaipados que estão, à espera do destino, no outro lado da rua, e ainda o 14. Este n.º 1 vai a par com os da Rua do Mindelo que diz como dos mais interessantes, a meu ver. Mas do H. Novais desconheço fotografias daqueles da R. do Mindelo. Pode ser que haja… O talho permanece, mas carne de cavalo não sei se haverá. A leitaria deu em pastelaria, segundo me diz e tenho vaga ideia de que sim. Mas não me recorda se se manteve Santa Cruz. Quando lá passar quero ver se me não esqueço de reparar. Cumpts.
Com certeza que a Leitaria Santa Cruz perdeu alguma clientela com o aparecimento da nova padaria da PUCEL que depois se transformou em Pastelaria. Cumpts.
A Santa Cruz deu em Felice, pastelaria. A PUCEL faliu. No seu lugar abriu agora uma Aloma cuja especialidade são pastéis de nata. Não são maus, mas arrimam ao turista, a cuidar no preço. Anda tudo assim em Lisboa. É como vai. Cumpts.
Já não existem leitarias, mas em contrapartida, cada vez há mais malandros a mamar na teta.
ResponderEliminarCumprimentos.
E além disso ainda querem acabar com as vacas, esses malandros.
ResponderEliminarOlhe que realmente isto!…
Cumpts.
Obrigado por estas fotografias.
ResponderEliminarQual seria a razão do Horácio Novais fazer estas duas fotografia ?
Provavelmente para fotografar a arquitectura do prédio, que julgo contemporâneo do grande prédio da Rua José Estevão/Mindelo/Passos Manuel.
Conheci bem esta Leitaria, que do lado da Rua Alexandre Braga, estava encostada a um talho de carne de cavalo.
O aviso em relação ao trânsito para a Rua da Estefânia, provavelmente não seria pela Tv. Escola Araújo, que deve ter sido por onde veio o automóvel que está parado.
Em 2019 ainda estavam a Pastelaria Santa Cruz e o Talho abertos e se assim for agora, estão há quase setenta anos.
O prédio estava com muito bem conservado.
Cumpts.
Dizem eles que os traques das vacas são terríveis, é impressionante como é que o Ser-Humano conseguiu sobreviver durante todos estes milénios.
ResponderEliminarPois o caso é que passou de ser humano a sobre-humano. É só super-homens, não vê V.? A começar pelos super-homens G.
ResponderEliminarCumpts.
Ora, de nada!
ResponderEliminarPodemos especular sobre a razão de H. Novais ter tirado as fotografias; alguns poderiam escrever até uma utopia da igualdade só em minúsculas ou um memorial só pontuado a vírgulas.
Parece-me certo, em tanto, que o objecto da fotografia foi singelo: foi a leitaria. Curioso será o porquê: intuito comercial? O caso foi que de caminho ficou o prédio todo.
Ou então vice-versa, admito também.
Na «Arquitectura Modernista em Lisboa, 1925-1940» (C.M.L., 1991, pp. 38-39), uma espécie de inventário feito em 88 sobre o que o título diz, para a Câmara saber o que proteger do Modernismo, já constavam este n.º 1 da Alexandre Braga e os seguintes até ao 13, mais os 4, 6 (do Amadeu Gaudêncio) já então a pedirem chuva e hoje piores, devolutos e entaipados que estão, à espera do destino, no outro lado da rua, e ainda o 14. Este n.º 1 vai a par com os da Rua do Mindelo que diz como dos mais interessantes, a meu ver. Mas do H. Novais desconheço fotografias daqueles da R. do Mindelo. Pode ser que haja…
O talho permanece, mas carne de cavalo não sei se haverá.
A leitaria deu em pastelaria, segundo me diz e tenho vaga ideia de que sim. Mas não me recorda se se manteve Santa Cruz. Quando lá passar quero ver se me não esqueço de reparar.
Cumpts.
Com certeza que a Leitaria Santa Cruz perdeu alguma clientela com o aparecimento da nova padaria da PUCEL que depois se transformou em Pastelaria.
ResponderEliminarCumpts.
A Santa Cruz deu em Felice, pastelaria. A PUCEL faliu. No seu lugar abriu agora uma Aloma cuja especialidade são pastéis de nata. Não são maus, mas arrimam ao turista, a cuidar no preço. Anda tudo assim em Lisboa. É como vai.
ResponderEliminarCumpts.
A PUCEL - Padarias Unidas do Centro de Lisboa, Lda. faliu ?
ResponderEliminarDeve ser a única padaria que vai à falência !!!!
Cumpts.
Pois, não sei… É o que diz o Racius:
ResponderEliminarhttps://www.racius.com/pucel-padarias-unidas-do-centro-de-lisboa-lda/
Cumpts.