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domingo, 16 de junho de 2024

No tempo das leitarias

Leitaria Santa Cruz, Jardim Constantino (prox.) (H. Novais, c. 1960)


Leitaria Santa Cruz, Lisboa (H. Novais, c. 1960)
Leitaria Santa Cruz, R. José Estêvão, 117A-B / R. Alexandre Braga, 1-1A, c. 1960.
Horácio Novais, in bibliotheca d' Arte da F.C.G.

10 comentários:

  1. Já não existem leitarias, mas em contrapartida, cada vez há mais malandros a mamar na teta.
    Cumprimentos.

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  2. E além disso ainda querem acabar com as vacas, esses malandros.
    Olhe que realmente isto!…
    Cumpts.

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  3. Obrigado por estas fotografias.
    Qual seria a razão do Horácio Novais fazer estas duas fotografia ?
    Provavelmente para fotografar a arquitectura do prédio, que julgo contemporâneo do grande prédio da Rua José Estevão/Mindelo/Passos Manuel.
    Conheci bem esta Leitaria, que do lado da Rua Alexandre Braga, estava encostada a um talho de carne de cavalo.
    O aviso em relação ao trânsito para a Rua da Estefânia, provavelmente não seria pela Tv. Escola Araújo, que deve ter sido por onde veio o automóvel que está parado.
    Em 2019 ainda estavam a Pastelaria Santa Cruz e o Talho abertos e se assim for agora, estão há quase setenta anos.
    O prédio estava com muito bem conservado.

    Cumpts.

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  4. Figueiredo17/6/24 08:36

    Dizem eles que os traques das vacas são terríveis, é impressionante como é que o Ser-Humano conseguiu sobreviver durante todos estes milénios.

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  5. Pois o caso é que passou de ser humano a sobre-humano. É só super-homens, não vê V.? A começar pelos super-homens G.

    Cumpts.

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  6. Ora, de nada!
    Podemos especular sobre a razão de H. Novais ter tirado as fotografias; alguns poderiam escrever até uma utopia da igualdade só em minúsculas ou um memorial só pontuado a vírgulas.
    Parece-me certo, em tanto, que o objecto da fotografia foi singelo: foi a leitaria. Curioso será o porquê: intuito comercial? O caso foi que de caminho ficou o prédio todo.
    Ou então vice-versa, admito também.
    Na «Arquitectura Modernista em Lisboa, 1925-1940» (C.M.L., 1991, pp. 38-39), uma espécie de inventário feito em 88 sobre o que o título diz, para a Câmara saber o que proteger do Modernismo, já constavam este n.º 1 da Alexandre Braga e os seguintes até ao 13, mais os 4, 6 (do Amadeu Gaudêncio) já então a pedirem chuva e hoje piores, devolutos e entaipados que estão, à espera do destino, no outro lado da rua, e ainda o 14. Este n.º 1 vai a par com os da Rua do Mindelo que diz como dos mais interessantes, a meu ver. Mas do H. Novais desconheço fotografias daqueles da R. do Mindelo. Pode ser que haja…
    O talho permanece, mas carne de cavalo não sei se haverá.
    A leitaria deu em pastelaria, segundo me diz e tenho vaga ideia de que sim. Mas não me recorda se se manteve Santa Cruz. Quando lá passar quero ver se me não esqueço de reparar.
    Cumpts.

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  7. Com certeza que a Leitaria Santa Cruz perdeu alguma clientela com o aparecimento da nova padaria da PUCEL que depois se transformou em Pastelaria.
    Cumpts.

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  8. A Santa Cruz deu em Felice, pastelaria. A PUCEL faliu. No seu lugar abriu agora uma Aloma cuja especialidade são pastéis de nata. Não são maus, mas arrimam ao turista, a cuidar no preço. Anda tudo assim em Lisboa. É como vai.
    Cumpts.

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  9. A PUCEL - Padarias Unidas do Centro de Lisboa, Lda. faliu ?
    Deve ser a única padaria que vai à falência !!!!

    Cumpts.

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