Cinco carradas de couve,cada uma puxada pelo seu respectivo bichinho quadrúpede. Passados estes anos, vêm agora umas azémolas bípedes pretender libertar os "parentes" de puxar carroças e coches. Acho bem desde que os bichinhos explorados fossem substiruídos pelas cavalgaduras libertadoras. Assim ficaríamos como os chineses puxadores de riquexós! Que púgresso!
A caminho do Terreiro do Paço.
ResponderEliminarOu do Cais do Sodré. Parece.
ResponderEliminarCumpts.
Cinco carradas de couve,cada uma puxada pelo seu respectivo bichinho quadrúpede. Passados estes anos, vêm agora umas azémolas bípedes pretender libertar os "parentes" de puxar carroças e coches. Acho bem desde que os bichinhos explorados fossem substiruídos pelas cavalgaduras libertadoras. Assim ficaríamos como os chineses puxadores de riquexós! Que púgresso!
ResponderEliminarEm 1958, julgo ser Trafaria - Cais do Sodré que era a travessia de automóveis para e do Sul e mercadorias, nesta caso para o Mercado da Ribeira.
ResponderEliminarCumpts.
Não íamos longe. As bestas que apresenta são na realidade frangainhos. Não sobrevivem além do aviário.
ResponderEliminarCumpts.
É uma novidade que me dá. Não sabia.
ResponderEliminarObrigado!
Doutra forma, os automóveis teriam de passar na Ponte de Vila Franca de Xira e as hortaliças seriam as da zona saloia.
ResponderEliminarCumpts.
E não se passava desde Cacilhas?
ResponderEliminarCumpts.
Julgo que o primeiro barco de transporte de automóveis e mercadorias Trafaria-Lisboa (Cais de Sodré/Belém) é no ano de 1953.
ResponderEliminarCumpts.
Talvez haja notícia dele nas fotocópias da fundação do irmão do dr. Tertuliano. Trabalhinho para levar a cabo com tempo.
ResponderEliminarCumpts.