Da Fábrica Portugal, móveis de ferro, utilidades, à casa sueca que lá vi há dias em ali passando. Acho bem. Portugal acabou e cartão prensado de marca sueca sempre arrima mais ao chic e, salvou-se a fachada…
![Av. da República, 55, Lisboa, [s.d.]. Horácio Novais, in bibliotheca d' Arte da F.C.G.](https://live.staticflickr.com/65535/52957361594_d93c1b3586_h.jpg)
Av. da República, 55, Lisboa, [s.d.].
Horácio Novais, in bibliotheca d' Arte da F.C.G.
Vá lá que o prédio safou-se ao deita abaixo e foi arranjadinho, calhando pro que está a dar: AL para turistas.
ResponderEliminarE lá se foram as camas de ferro, que "incomodavam" os vizinhos à noite.
Cumpts.
ResponderEliminarSafou-se.
Cumpts.
Por isso, é que este "país" está morto: sem fábricas, sem indústrias, sem agricultura, sem pesca, sem criação, sem produção, sem transformação, sem inovação, sem ciência, sem cultura; só temos serviços e a maior parte é completamente inútil, fútil, incompetente e inoperacional, que só serve para clientelismos e nepotismos!
ResponderEliminarNão passamos de uns indigentes, de mão estendida na Europa. Somos a cloaca e a latrina da Europa.
Este ex-país stá morto porque o suicidaram. Tudo o que menciona foi pilhado ao depois do levantamento de rancho. Ainda agora os algozes se lambuzam nas ruínas do feito pelos intervalos da bola e da pedincha que empreendem de mão estendida aos suseranos.
ResponderEliminarÉ tudo um fartar de vilanagem.
Cumpts.
Por falar em suicídio, lembrei-me do livro "DESPAÍS, COMO SUICIDAR UM PAÍS"de Pedro Sena-Lino. Publicado em 2013 imagina como seria Portugal em 2023. Parece que a realidade imitou a ficção!
ResponderEliminarFico com a nota, mas sendo a realidade e a ficção como diz, cuido que possa dispensar-me de lê-lo.
ResponderEliminarCumpts.