O encarregado não deixou o empregado trabalhar por este não estar bem barbeado. O empregado fez saber que estava a deixar crescer a barba, e que não era proibido.
Mas, realmente, a barba por fazer e a barba a crescer parece não ser a mesma coisa.
Bem pôsto. O caso bem regido, como na tropa, era requerer autorização de deixar crescer a barba. Assim se distinguia o aprumo da barba do desaprumo de andar barbado. Isto dantes, porque agora não há tropa nem aprumo que conte. Pode-se de tudo, felizmente, até de mulheres barbudas. Só não se pode é criticá-lo. Cumpts.
Do simples aprumo e desaprumo do anúncio aos P.R.E.C. (o original e o das modas de agora) passando por rufias de caserna: muita história por aqui passa. Cumpts. :)
O encarregado não deixou o empregado trabalhar por este não estar bem barbeado.
ResponderEliminarO empregado fez saber que estava a deixar crescer a barba, e que não era proibido.
Mas, realmente, a barba por fazer e a barba a crescer parece não ser a mesma coisa.
Cumpts.
Bem pôsto.
ResponderEliminarO caso bem regido, como na tropa, era requerer autorização de deixar crescer a barba. Assim se distinguia o aprumo da barba do desaprumo de andar barbado. Isto dantes, porque agora não há tropa nem aprumo que conte. Pode-se de tudo, felizmente, até de mulheres barbudas. Só não se pode é criticá-lo.
Cumpts.
ahahah!!
ResponderEliminarMesmo na tropa não era autorizada barba crescida a não ser aos marinheiros.
No caso dos bigodes só muito especialmente para disfarçar alguma cicatriz.
Cumpts.
Lembrou-me agora este marinheiro…
ResponderEliminarhttps://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT28oqTSMjJ5yXGL5KZZJQV7yHtDgcqMIoZ9g&usqp=CAU
Cumpts.
Isso foi no PREC, e houve outros cortes mais curtos mas mais rufias.
ResponderEliminarCumpts.
Do simples aprumo e desaprumo do anúncio aos P.R.E.C. (o original e o das modas de agora) passando por rufias de caserna: muita história por aqui passa.
ResponderEliminarCumpts. :)