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sábado, 21 de outubro de 2023

Das gordas (e dum gordinho)

Expesso (assim mesmo), 20/X/23.
Expesso (assim mesmo), 20/X/23.


 


 Um baluarte dêstes!… Ali há 500 anos, rodeado de água por 400… Nunca se afundou. E agora dizem que vai a baixo com uma ninharia: alterações climá®ticas. — Tempo de artistas…


 


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Sol, 20/X/23.
Sol
, 20/X/23.


 


 Só agora se deram conta?! Já faliram em 74… Até a capa da Sábado (um magazine brasileiro que se publica às sextas [quintas] em Lisboa) dá fé do caso (também só agora); não fôra êle assim, não houvera a debandada de que volta não volta tornam e retornam a dar notícia.


 


Sábado, 19/X/23.


Sábado, 19/X/23.


 


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 E de vivermos um tempo de artistas, ahi está a prova. Em tôda a linha.


 


Me®dina pintalgado de verde (Ant.ª Cotrim/Lusa, — © 2023)


 




Recortes dos jornais do Sapo. Me®dina pintalgado de verde, Ant.º Cotrim / [Brasi]Lusa, in D.N.

7 comentários:

  1. Figueiredo22/10/23 12:40

    Em relação à primeira notícia, sem comentários.

    Sobre as Forças Armadas de Portugal a situação é realmente muito grave e entrou em falência geral como diz em 25 de Abril de 1974 (golpe de Estado da OTAN, acrescento meu), mas mesmo assim foi-se mantendo minimamente estável até lhe darem o golpe final em 2008:

    - Sócrates adverte que reforma tem carácter de Estado

    https://expresso.pt/actualidade/socrates-adverte-que-reforma-tem-caracter-de-estado=f455587

    - Sócrates diz que redução de efectivos militares será a que "sempre esteve prevista"

    https://www.rtp.pt/noticias/pais/socrates-diz-que-reducao-de-efectivos-militares-sera-a-que-sempre-esteve-prevista_n67964

    As más políticas intencionais com o objectivo de enfraquecer e destruir definitivamente as Forças de Armadas de Portugal – nomeadamente o Exército – têm início no Governo do ex-Primeiro-Ministro, José Sousa.

    Continuam em força no Governo do ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, onde inclusive Sargentos são promovidos a Oficiais em 6 meses sem cumprirem os 4 ou 6 anos nos cursos da Academia Militar ou de Medicina:

    - Aguiar-Branco mantém prazo para promover enfermeiros a oficiais

    https://www.dn.pt/portugal/aguiarbranco-mantem-prazo-para-promover-enfermeiros-ao-oficialato-4871739.html

    E mantêm-se nos Governos do Sr.º Primeiro-Ministro, António Costa, conforme se vê na cópia de ecrã que publicou.

    Todo este movimento no sentido de desmantelar e enfraquecer as Forças Armadas (principalmente o Exército), de indivíduos/grupos dentro das Forças Armadas saquearem o Orçamento do Estado (OE), tem um motivo, e para isso basta pegar nas palavras do Sr.º Prof.º José Hermano Saraiva:

    «...A única entidade em Portugal capaz de mudar os regimes é o Exército...»

    Ao contrário do que diz a comunicação social Portuguesa, algumas Chefias Militares, os Governos e Partidos que se encontram na Assembleia da República (AR), o problema não foi o fim do Serviço Militar Obrigatório (SMO) ou falta de atractividade para prestar serviço como voluntário/contratado, isso é mentira, e basta ver a tabela salarial.

    O problema é que as Forças Armadas, o Exército, está sequestrado pelos liberais/maçonaria e/ou outras sociedades secretas (Jesuítas, Opus Dei, etc.), e à medida que os Militares da Velha Guarda se foram reformando ou falecendo, apoderaram-se da Estrutura Militar e neste momento colocam a mesma em degradação e ao serviço de interesses individuais, de grupo, alheios aos da Pátria, da República, e dos Portugueses.

    Qual é solução para este problema? Simples, é preciso reverter todas as “reformas” efectuadas, obrigar os Militares do Quadro Permanente e Contratados assim como os Civis, a declarar se colaboraram/pertenceram ou colaboram/pertencem à Maçonaria ou a outras sociedades secretas (Jesuítas, Opus Dei, etc.), depois de identificados terão de sair; de seguida basta aumentar a idade de ingresso até aos 45 anos e definir a escolaridade de acordo com a data de nascimento conforme manda a Lei para acabar com a falta de efectivos na Classe de Praças e criar um Quadro Permanente para esta Classe.

    As Forças Armadas assim como a Igreja Católica Romana são os pilares da Nação, quando estes deixam de existir, de cumprir a sua missão, e são tomados por gente medíocre, mal-intencionada, cobarde, e traidora, um País e o seu Povo correm o risco de desaparecer.

    Em relação aos Retornados faltou referir que a maioria daqueles que “iam” para as antigas Províncias Ultramarinas, eram criminosos a quem o Estado Novo dava duas hipóteses, ou cumpriam pena em Portugal ou então iam para África trabalhar.

    Seria também interessante expor os chorudos subsídios e privilégios que os Retornados receberam quando regressaram a Portugal à custa do dinheiro dos Portugueses do Continente que financiava o Orçamento do Estado (OE), ou referir os inúmeros casos de Retornados que eram – por exemplo –

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  2. Figueiredo, quase que tem toda a razão.
    Quase, por nada dizer sobre os atestados inventados e vendidos no Rossio "comprovando" habilitações literárias, funcionários públicos, professores, empregados bancário, que tudo tinha "desaparecido" com a fuga aos terroristas.
    Alguns retornados trouxeram documentos timbrados em branco, carimbos e o selo branco oficiais, que atestavam a "veracidade" que mais parecia a nota 500$00 de Alves Reis.
    Mas isso teria sempre de acontecer, assim como anos mais tarde também aconteceria haver oficiais superiores a mais para tão pouca tropa no activo.
    Cumpts.

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  3. Figueiredo22/10/23 17:24

    Existem «...oficiais superiores a mais...» porque quantos mais houver, mais Oficiais são promovidos, mais Oficiais chegam ao topo, é como se fosse um esquema em pirâmide.

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  4. Está tudo minado. As Forças Armadas, a Igreja e tudo o resto. Gente de bem, com olhos para ver, já se apercebeu. Só se ainda não apercebeu que não há solução às claras. Só minando ao contrário. Ora o caso é que gente de bem não age assim, subversivamente. De modo que só um milagre.

    Os «retornados» (que muitos não eram, nem «repatriados», termo que a «Sábado» usa e também não é adequado) são o fado da descolonização exemplar.

    Os portugueses do Ultramar que aportaram à metrópole em 75 foram, no mais dos casos, expulsos de sua terra, de sua casa e viram-se de súbito sem haveres. Pelo meio deles singraram os oportunistas da situação, uns como puderam, outros como bem souberam, caso daquele advogado de Moçambique que em Setembro de 73 já tinha as malas aviadas e a mobilia encaixotada para Lisboa no porto de Lourenço Marques.

    A naviarra de loucos em que isto deu, há muito que foi a pique. Portugal acabou.

    Cumpts.

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  5. Figueiredo23/10/23 11:31

    O problema dos Retornados é fazerem-se de vítimas quando não o são, chegaram a Portugal e receberam subsídios e privilégios pagos com o dinheiro dos Portugueses que financiava o Orçamento do Estado (OE).

    Foram os Portugueses do Continente que foram mobilizados – muitos de livre vontade e com todo o gosto e Patriotismo – para ir defender os Portugueses Continentais e Africanos nas Províncias Ultramarinas contra o terror e agressão levados a cabo pelos grupos terroristas criados e financiados pelo regime da Inglaterra, Estados Unidos da América do Norte, e os seus aliados.

    Depois da criminosa descolonização preparada e executada pelos liberais/maçonaria, sem ouvirem em referendo os Povos Africanos naturais das Províncias Ultramarinas, os Retornados – com o bolso cheio de subsídios, equivalências profissionais e graus académicos que nunca tiveram, e bons tachos – desprezavam e desprezam os Ex-Combatentes do Ultramar e os Portugueses Continentais que os ajudaram quando precisaram.

    Pegando nessa sua conclusão de que «...Portugal acabou...» ou o «Fim Histórico de Portugal» como escreveu Amorim de Carvalho, tenho que lhe dar razão mas no passado já vivemos um tempo como este, onde a Pátria foi ocupada e sequestrada pelos liberais/maçonaria com apoio Estrangeiro mergulhando a Nação numa tirania liberal/maçónica de 90 anos que destruiu o País e o levou ao sub-desenvolvimento geral e quase ao aniquilamento da Tradição e Identidade Portuguesa, tendo sido necessárias duas Revoluções para derrubar esse regime tirânico liberal/maçónico imposto contra a vontade dos Portuenses e demais Portugueses de Norte a Sul, a Revolução de 31 de Janeiro de 1891 e a Revolução de 28 de Maio de 1926.

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  6. Não vejo muita maneira dêle, mas, hajamos eseprança de que Portugal se ainda torne a restaurar.
    Cumpts.

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