Armando Serôdio tem outras boas fotografias como esta. Não se percebe bem a que horas do dia foi tirada, sendo de manhã é um contra luz excepcional. Esta fotografia tem a particularidade de apanhar um conjunto de vários modelos/marcas de automóveis, sem nos apercebermos que naquela data quase todo o Rossio estava em obras do Metro. Outro pormenor interessante é repararmos no conjunto dos prédios-irmãos, da Pastelaria Suíça à Betesga, que foram todos esventrados em 2018 e agora apresentam-se novos exactamente na mesma com uma bela "plástica".
Foi à hora do Sol estar para raiar de cima dos telhados. Deu um bom «cliché» com algum alongamento da exposição. Daí as pessoas que caminham ficarem tremidas. O quarteirão foi esventrado e plastificado, diz-me. É bem o caso desta era. Ou cai ou se plastifica. Não vou à Baixa senão neste «tourisme» de archivo. A realidade dêstes dias deprime-me. Cumpts.
O quarteirão já está todo pronto só falta abrir as lojas. Os prédios ficaram com a "cara" bem arranjada como em novos, as entranhas pombalinas foram pro galheiro. Ainda frequentei as instalações do 1º. andar por cima da Casa da Sorte. Também conheci bem outros esventrados da zona, 12 e o 80 da Pç. dos Restauradores e o 12 da Avenida, com trabalhos em estuque (séc.XIX)do mestre Meira, de Viana.
Do mal o menos, mas é sempre a perder. O ornamento decorativo, de estuque, talha ou que seja, é chão que deu uvas. O gôsto que se ensina é de tal maneira rasteirinho que basta o minimalismo mais ínfimo para impressionar. Ùltimamente até a caixilharia das janelas, descaída já da carpintaria para a serralharia mecânica, até ela perdeu as bandeiras. Janelões de alto a baixo que é uma beleza. Azar é quando os vãos das janelas são de arco. Uma trabalheira de semanas ou meses para compor a coisa. Tristeza!
Armando Serôdio tem outras boas fotografias como esta.
ResponderEliminarNão se percebe bem a que horas do dia foi tirada, sendo de manhã é um contra luz excepcional.
Esta fotografia tem a particularidade de apanhar um conjunto de vários modelos/marcas de automóveis, sem nos apercebermos que naquela data quase todo o Rossio estava em obras do Metro.
Outro pormenor interessante é repararmos no conjunto dos prédios-irmãos, da Pastelaria Suíça à Betesga, que foram todos esventrados em 2018 e agora apresentam-se novos exactamente na mesma com uma bela "plástica".
Cumpts.
Foi à hora do Sol estar para raiar de cima dos telhados. Deu um bom «cliché» com algum alongamento da exposição. Daí as pessoas que caminham ficarem tremidas.
ResponderEliminarO quarteirão foi esventrado e plastificado, diz-me. É bem o caso desta era. Ou cai ou se plastifica.
Não vou à Baixa senão neste «tourisme» de archivo. A realidade dêstes dias deprime-me.
Cumpts.
O quarteirão já está todo pronto só falta abrir as lojas.
ResponderEliminarOs prédios ficaram com a "cara" bem arranjada como em novos, as entranhas pombalinas foram pro galheiro.
Ainda frequentei as instalações do 1º. andar por cima da Casa da Sorte.
Também conheci bem outros esventrados da zona, 12 e o 80 da Pç. dos Restauradores e o 12 da Avenida, com trabalhos em estuque (séc.XIX)do mestre Meira, de Viana.
Cumpts.
Do mal o menos, mas é sempre a perder.
ResponderEliminarO ornamento decorativo, de estuque, talha ou que seja, é chão que deu uvas. O gôsto que se ensina é de tal maneira rasteirinho que basta o minimalismo mais ínfimo para impressionar.
Ùltimamente até a caixilharia das janelas, descaída já da carpintaria para a serralharia mecânica, até ela perdeu as bandeiras. Janelões de alto a baixo que é uma beleza. Azar é quando os vãos das janelas são de arco. Uma trabalheira de semanas ou meses para compor a coisa.
Tristeza!
Cumpts.
tenho saudades desta lisboa
ResponderEliminarEu também.
ResponderEliminarCumpts.