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segunda-feira, 15 de maio de 2023

A Mouraria com portuguêses

 Dizia há dias do eléctrico 6: que a linha de eléctricos n.º 6 teve três versões; e como em 29 de Dezembro de 1950 a sua segunda versão (Restauradores – Gomes Freire) foi extendida à Pr. da Figueira, cuja dita praça fôra demolida no ano anterior. Pois ali vem um 6 dêsse tempo.


Trôço inf. da R. da Palma, Mouraria, c. 1950. J. Benoliel, c. 1950
Trôço inf. da R. da Palma, Mouraria, c. 1950.
Judah Benoliel, in archivo photographico da C.M.L.


 Iam em boa marcha as demolições na baixa Mouraria nêsse tempo também. A antecipar pistas de bicicletas, quiçá…
 Das largas!…
 Ainda havia era muitos portuguêses por ali, porém!…

15 comentários:

  1. Esta fotografia faz-me, sempre, confusão.
    Então como é que é de c. 1950, e já não existe o Teatro Apolo que foi demolido em 1957 ?
    Pois, ao fundo o que vemos é Rua do Martim Moniz (Guia) e não a Rua Fernandes da Fonseca, que o Apolo fazia gaveto.

    Cumpts.

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  2. Figueiredo16/5/23 11:56

    As grandes quantidades de Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal, tem como objectivo substituir os votos em falta dos Portugueses representados pela Abstenção.

    Uma situação grave e criminosa, se nada for feito para alterar a Lei Eleitoral de maneira a que os Estrangeiros não possam votar, as Eleições Autárquicas, Legislativas, e Presidenciais, serão uma fraude.

    Segundo se consta, os Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal - um País onde não há trabalho, e até para empregado de balcão se entra por cunha - recebem subsídios e apoio ao arrendamento/habitação, tudo isto pago pela Classe-Média Portuguesa que se encontra empobrecida e no desemprego.

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  3. Figueiredo
    Em Portugal não há trabalho?
    Trabalho há, o que falta é mão de obra que tem de ser substituída com mão de obra de estrangeiros.
    A Lei Eleitoral é clara quanto ao direito de voto da estrangeiros.
    Quer dizer que os legisladores com "objectivo de substituir os votos..." arranjaram um processo maquiavélico de guerras para haver grandes deslocações e assim suprir a "falta do Portugueses representados pela Abstenção" !!!
    O que está a acontecer por toda a Europa é o resultado da baixa natalidade do alarmismo dos anos 60/70 do séc.passado com o "com tanta gente vamos morrer de fome" e a guerra por toda a África e Médio Oriente. Os asiáticos desde os anos 50 que têm imigrado para o Reino Unido, assim como outros desde os anos 60, sazonalmente, são contratados pelos países nórdicos para a apanha de frutos silvestres.

    Cumpts.

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  4. Figueiredo16/5/23 13:29

    «...Trabalho há, o que falta é mão de obra que tem de ser substituída com mão de obra de estrangeiros...»

    Você está a mentir e fá-lo por ignorância ou então é mal-intencionado(a), os Portugueses apresentam-se para trabalhar e as empresas não contratam; os Portugueses entregam e enviam currículos durante dias, meses, anos, e não recebem resposta; a maioria dos negócios e empresas privadas em Portugal vivem à custa de subsídios pagos com o dinheiro dos Contribuintes que financia o Orçamento do Estado (OE), pouco ou nada produzem, são mal geridas, possuem desde o topo à base um quadro orgânico com pessoas medíocres e sem perfil para as funções, com uma imensa falta de profissionalismo, mau ambiente, estupidificação, vitimização, inveja, embrutecimento, infantilização, e falta de educação, onde o incumprimento dos Direitos Laborais e do que está escrito na Lei no que toca ao correcto funcionamento das empresas/negócios e as suas especificidades são a regra.

    Até 2012, bem ou mal, os Portugueses lá iam arranjando trabalho, havia emprego, só não trabalhava quem não queria, a partir de 2013 o trabalho e a economia em Portugal foram e estão a ser destruídos através das más políticas praticadas pelos Governos do ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, e do Sr.º Primeiro-Ministro, António Costa.

    «...A Lei Eleitoral é clara quanto ao direito de voto da estrangeiros...»

    No que toca às Eleições é preciso alterar a Lei Eleitoral, por forma a impedir que Estrangeiros votem nas Eleições Autárquicas, Legislativas, e Presidenciais; somente os Portugueses de Raça/Sangue – Continentais e das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira – podem ter direito ao Voto, caso contrário estaremos diante de uma fraude eleitoral, com Estrangeiros a votar, cometendo assim ingerência na Política, Processo Eleitoral, e nos Assuntos Internos de Portugal.

    Estão a ser deslocadas grandes quantidades de Estrangeiros para o País, com o objectivo de substituir os Votos da Abstenção, que representa a vontade e a maioria dos Portugueses.

    «...O que está a acontecer na Europa é o resultado da baixa natalidade...»

    A baixa natalidade em Portugal (o que se passa nos outros Países não me interessa nem me diz respeito) deve-se - e isto será uma curtíssima resposta, pois a questão é mais abrangente - às más políticas praticadas pelo regime liberal/maçónico parido em 25 de Abril de 1974, e os seus Governos e demais forças políticas liberais/maçónicas presentes no Parlamento no que toca ao Trabalho e à Economia; sem estabilidade laboral, sem Classe-Média, sem comércio/serviços, sem indústria, pescas, e agro-pecuária, sem planeamento económico e de contratação de trabalhadores, sem intervenção do Estado, sem regulamentação e fiscalização de negócios/empresas privadas, e se não se fortalecer e fizer cumprir os Direitos Laborais e promover a Disciplina tanto para Patrões como para Trabalhadores, é normal e óbvio que não exista um aumento da natalidade.

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  5. Figueiredo
    Apontei o meu ponto de vista, por isso chame mentiroso e ignorante quando se vir ao espelho.
    E atenção a essa Raça/Sangue por causa das transfusões de sangue à la mode ou da desculpa de o D. Afonso Henriques ser descendente de franceses, e quanto ao resto faltou o condicionamento industrial.
    Que grande confusão a sua, a taxa de natalidade foi baixando com o enriquecimento da população, que começou em meados dos 60.

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  6. Figueiredo16/5/23 17:44

    Está a ver como você não tem argumentos.

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  7. Queria dizer '....quando se vê ao espelho' e '...em meados dos anos 60'.

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  8. Factos.
    Há multidões de estrangeiros a chegar e a fazerem bicha para se naturalizarem.
    O intuito não sei, mas deixa-me em cuidado…
    Naturalizados e a poderem votar viciarão as eleições.
    Muitos dêles não vejo que se integrem nem que venham a a aculturar-se.
    Mais uma vez aqui, não fico descansado…
    Vejo que isto tôda a gente vê, mas ninguém faz nada.
    Eu próprio não sei que fazer.
    Veladamente vou desabafando as penas e os cuidados em que tudo isto me deixa; veladamente, porque a coisa não anda nadinha mesmo de feição para dizê-lo muito em voz alta.
    A discussão que se ao depois aqui gerou lembra-me, porém, e com tôda a propriedade, o sexo dos anjos com os turcos às portas de Constantinopla.
    Não vejo saída para esta tristeza.
    Cumpts.

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  9. Tem razão.
    Mas os estrangeiros com direito a voto, e julgo com dupla nacionalidade há anos, são os brasileiros, que estão a satisfazer as necessidades de mão de obra em muitos sectores de actividade.
    O nosso grande problema são os baixos salários, incluindo os indiferenciados na construção civil que vão trabalhar para outros países da UE.
    Neste momento, e partir do desagravamento da covid com o encerramento de milhares de empresas, os trabalhadores foram para outras paragens e o país ficou sem mão de obra, que pelo o que se está a ver não regressaram.
    Aquela situação do Martim Moniz/Intendente/Alm.Reis com monhés, sikhs e demais gente o Indostão faz confusão por serem escuros sem ser pelo bronzeado da praia, como os estranjas camones alourados que enchem muitas das cidades e vilas do Algarve e até aprendemos línguas para os entender,

    Cumpts.

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  10. Figueiredo17/5/23 08:52

    Antes o esquema era feito com os parolos, que os liberais/maçonaria deslocavam em força para as Grandes Cidades - Porto e Lisboa - como aconteceu após o golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974.

    Davam-lhes trabalho ou trabalho de fachada, inseriam-nos no mundo do crime (lavagem de dinheiro, passadores de droga, etc.), ou atribuíam-lhes um subsídio e uma casa num bairro social ou no centro da cidade, em troca tinham/têm de votar nos partidos que se encontram no Parlamento.

    Muitos Portuenses, Lisboetas, e suas famílias, tiveram que deixar a sua cidade natal, pois essa cambada de parolos chuléticos chegavam com as costas quentes pelos liberais/maçonaria, e se alguém lhes desse um correctivo tinha problemas com as Forças Policiais e a Justiça, era logo apelidado de fascista e perseguido.

    A desertificação dos centros das Cidades de Porto e Lisboa, a isso se deveu, em grande parte.

    Hoje, os liberais/maçonaria estão com dificuldade em recrutar gente que trabalhe para eles e alimente o esquema, daí a procura por elementos além-fronteiras.

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  11. Êsse engajamento antigo sempre me pareceu uma dinâmica espontãnea, nunca me ocorreu mais que isso. Não descurando o caciquismo eleiçoeiro que remonta a 1820 e é sobejamente conhecido.
    Dêste engajamento ser orquestrado, agora, não me resta dúvida. E é de fora. Aquêloutro era doméstico, ou pelo menos parecia, na medida em que era levado a cabo com prata da casa.
    Há qualquer coisa com êste mundo que só se explica por conspiração. E bem parece que é ela como as bruxas dos espanhóis. Doutra maneira não se entende.
    Cumpts.

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  12. Figueiredo17/5/23 11:56

    Nos Estados Unidos da América do Norte (EUA) esse esquema foi e é muito utilizado, por isso constroem-se grandes guetos ou colocavam-nos a viver em grandes prédios.

    Este esquema não tem só a ver com votos nas eleições, mas com um leque de actividades mais abrangente de carácter criminoso, e com uma agenda política, económica, e de engenharia social.

    Permita-me fazer aqui um parênteses, quando alguém se refere aos parolos, como é óbvio não se está a generalizar ou a referir às nobres, trabalhadoras, e dignas gentes do Interior e das Aldeias de Portugal, mas sim à gentalha parasitária, chulética,incivilizada, invejosa, deformada, estúpida, embrutecida, ignorante, e mal-intencionada, que existe nessas zonas.

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  13. Cuido ser a sua uma explicação simples e algo benévola, para não dizer outra coisa. Não queremos crer em bruxas, é o que é…

    Faz-me muita confusão esta gente agora porque é muita, tôda em idade de ir á tropa, e tôda da seita mafoma. Escondem as mulheres (quando as há) e são ainda mais segregários que os chins (que, venho a notar, debandaram das bandas da Mouraria e adjacências — vêem-se muitos menos).
    Segregários são e sòmente se vêem em trabalhinhos de assento (vá que os «barbeiros» façam penteados de pé). Posso estar desatento, mas vejo-os só em lojecas de mercearia sempre vazias, em automóveis de aluguer, a cavalo em motorizadas, em bicicletas a pilhas… — Se vejo um ciclomontanhista dando ao pedal pelas ciclovias do culto que para aí plantaram, é português chapado; mata-se a pedalar para salvar o planeta. Se vejo um cavalheiro dêsses à vela com um pé descansado no pedal e outro no ar a estribar-se dalguma queda — e são quaási todos os que se vêem —, é dos novos portuguêses que rolam albardados com uma caixa no lombo a levar almôço ou o que seja a alguèm. Ora eu não entendo que fôssem precisos tantos barbeiros, taxistas nem estafetas cá nesta cidade. Se vir o I.E.F.P. em linha não é isso que lá procuram. De modo que diga-me alguém: — o qu' é qu' é isto?!…
    É isso que me ninguém explica.

    Cumpts.

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  14. Justamente. Êste é o trôço intramuros tomado de S. Domingos e o que V. intui em ver é o trôço extramuros tomado do postigo de S.Vicente à Guia.

    Cumpts.

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  15. Levando o raciocínio por esta lógica, a conclusão última é que a fôrça que norteia tudo é concertada com o poder instituído e, malevolente.
    Realmente, do que e dado a vêr, é o que mais e mais parece.
    Cumpts.

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