Dizia há dias do eléctrico 6: que a linha de eléctricos n.º 6 teve três versões; e como em 29 de Dezembro de 1950 a sua segunda versão (Restauradores – Gomes Freire) foi extendida à Pr. da Figueira, cuja dita praça fôra demolida no ano anterior. Pois ali vem um 6 dêsse tempo.

Trôço inf. da R. da Palma, Mouraria, c. 1950.
Judah Benoliel, in archivo photographico da C.M.L.
Iam em boa marcha as demolições na baixa Mouraria nêsse tempo também. A antecipar pistas de bicicletas, quiçá…
Das largas!…
Ainda havia era muitos portuguêses por ali, porém!…
Esta fotografia faz-me, sempre, confusão.
ResponderEliminarEntão como é que é de c. 1950, e já não existe o Teatro Apolo que foi demolido em 1957 ?
Pois, ao fundo o que vemos é Rua do Martim Moniz (Guia) e não a Rua Fernandes da Fonseca, que o Apolo fazia gaveto.
Cumpts.
As grandes quantidades de Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal, tem como objectivo substituir os votos em falta dos Portugueses representados pela Abstenção.
ResponderEliminarUma situação grave e criminosa, se nada for feito para alterar a Lei Eleitoral de maneira a que os Estrangeiros não possam votar, as Eleições Autárquicas, Legislativas, e Presidenciais, serão uma fraude.
Segundo se consta, os Estrangeiros que estão a ser deslocados para Portugal - um País onde não há trabalho, e até para empregado de balcão se entra por cunha - recebem subsídios e apoio ao arrendamento/habitação, tudo isto pago pela Classe-Média Portuguesa que se encontra empobrecida e no desemprego.
Figueiredo
ResponderEliminarEm Portugal não há trabalho?
Trabalho há, o que falta é mão de obra que tem de ser substituída com mão de obra de estrangeiros.
A Lei Eleitoral é clara quanto ao direito de voto da estrangeiros.
Quer dizer que os legisladores com "objectivo de substituir os votos..." arranjaram um processo maquiavélico de guerras para haver grandes deslocações e assim suprir a "falta do Portugueses representados pela Abstenção" !!!
O que está a acontecer por toda a Europa é o resultado da baixa natalidade do alarmismo dos anos 60/70 do séc.passado com o "com tanta gente vamos morrer de fome" e a guerra por toda a África e Médio Oriente. Os asiáticos desde os anos 50 que têm imigrado para o Reino Unido, assim como outros desde os anos 60, sazonalmente, são contratados pelos países nórdicos para a apanha de frutos silvestres.
Cumpts.
«...Trabalho há, o que falta é mão de obra que tem de ser substituída com mão de obra de estrangeiros...»
ResponderEliminarVocê está a mentir e fá-lo por ignorância ou então é mal-intencionado(a), os Portugueses apresentam-se para trabalhar e as empresas não contratam; os Portugueses entregam e enviam currículos durante dias, meses, anos, e não recebem resposta; a maioria dos negócios e empresas privadas em Portugal vivem à custa de subsídios pagos com o dinheiro dos Contribuintes que financia o Orçamento do Estado (OE), pouco ou nada produzem, são mal geridas, possuem desde o topo à base um quadro orgânico com pessoas medíocres e sem perfil para as funções, com uma imensa falta de profissionalismo, mau ambiente, estupidificação, vitimização, inveja, embrutecimento, infantilização, e falta de educação, onde o incumprimento dos Direitos Laborais e do que está escrito na Lei no que toca ao correcto funcionamento das empresas/negócios e as suas especificidades são a regra.
Até 2012, bem ou mal, os Portugueses lá iam arranjando trabalho, havia emprego, só não trabalhava quem não queria, a partir de 2013 o trabalho e a economia em Portugal foram e estão a ser destruídos através das más políticas praticadas pelos Governos do ex-Primeiro-Ministro, Pedro Coelho, e do Sr.º Primeiro-Ministro, António Costa.
«...A Lei Eleitoral é clara quanto ao direito de voto da estrangeiros...»
No que toca às Eleições é preciso alterar a Lei Eleitoral, por forma a impedir que Estrangeiros votem nas Eleições Autárquicas, Legislativas, e Presidenciais; somente os Portugueses de Raça/Sangue – Continentais e das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira – podem ter direito ao Voto, caso contrário estaremos diante de uma fraude eleitoral, com Estrangeiros a votar, cometendo assim ingerência na Política, Processo Eleitoral, e nos Assuntos Internos de Portugal.
Estão a ser deslocadas grandes quantidades de Estrangeiros para o País, com o objectivo de substituir os Votos da Abstenção, que representa a vontade e a maioria dos Portugueses.
«...O que está a acontecer na Europa é o resultado da baixa natalidade...»
A baixa natalidade em Portugal (o que se passa nos outros Países não me interessa nem me diz respeito) deve-se - e isto será uma curtíssima resposta, pois a questão é mais abrangente - às más políticas praticadas pelo regime liberal/maçónico parido em 25 de Abril de 1974, e os seus Governos e demais forças políticas liberais/maçónicas presentes no Parlamento no que toca ao Trabalho e à Economia; sem estabilidade laboral, sem Classe-Média, sem comércio/serviços, sem indústria, pescas, e agro-pecuária, sem planeamento económico e de contratação de trabalhadores, sem intervenção do Estado, sem regulamentação e fiscalização de negócios/empresas privadas, e se não se fortalecer e fizer cumprir os Direitos Laborais e promover a Disciplina tanto para Patrões como para Trabalhadores, é normal e óbvio que não exista um aumento da natalidade.
Figueiredo
ResponderEliminarApontei o meu ponto de vista, por isso chame mentiroso e ignorante quando se vir ao espelho.
E atenção a essa Raça/Sangue por causa das transfusões de sangue à la mode ou da desculpa de o D. Afonso Henriques ser descendente de franceses, e quanto ao resto faltou o condicionamento industrial.
Que grande confusão a sua, a taxa de natalidade foi baixando com o enriquecimento da população, que começou em meados dos 60.
Está a ver como você não tem argumentos.
ResponderEliminarQueria dizer '....quando se vê ao espelho' e '...em meados dos anos 60'.
ResponderEliminarFactos.
ResponderEliminarHá multidões de estrangeiros a chegar e a fazerem bicha para se naturalizarem.
O intuito não sei, mas deixa-me em cuidado…
Naturalizados e a poderem votar viciarão as eleições.
Muitos dêles não vejo que se integrem nem que venham a a aculturar-se.
Mais uma vez aqui, não fico descansado…
Vejo que isto tôda a gente vê, mas ninguém faz nada.
Eu próprio não sei que fazer.
Veladamente vou desabafando as penas e os cuidados em que tudo isto me deixa; veladamente, porque a coisa não anda nadinha mesmo de feição para dizê-lo muito em voz alta.
A discussão que se ao depois aqui gerou lembra-me, porém, e com tôda a propriedade, o sexo dos anjos com os turcos às portas de Constantinopla.
Não vejo saída para esta tristeza.
Cumpts.
Tem razão.
ResponderEliminarMas os estrangeiros com direito a voto, e julgo com dupla nacionalidade há anos, são os brasileiros, que estão a satisfazer as necessidades de mão de obra em muitos sectores de actividade.
O nosso grande problema são os baixos salários, incluindo os indiferenciados na construção civil que vão trabalhar para outros países da UE.
Neste momento, e partir do desagravamento da covid com o encerramento de milhares de empresas, os trabalhadores foram para outras paragens e o país ficou sem mão de obra, que pelo o que se está a ver não regressaram.
Aquela situação do Martim Moniz/Intendente/Alm.Reis com monhés, sikhs e demais gente o Indostão faz confusão por serem escuros sem ser pelo bronzeado da praia, como os estranjas camones alourados que enchem muitas das cidades e vilas do Algarve e até aprendemos línguas para os entender,
Cumpts.
Antes o esquema era feito com os parolos, que os liberais/maçonaria deslocavam em força para as Grandes Cidades - Porto e Lisboa - como aconteceu após o golpe de Estado da OTAN em 25 de Abril de 1974.
ResponderEliminarDavam-lhes trabalho ou trabalho de fachada, inseriam-nos no mundo do crime (lavagem de dinheiro, passadores de droga, etc.), ou atribuíam-lhes um subsídio e uma casa num bairro social ou no centro da cidade, em troca tinham/têm de votar nos partidos que se encontram no Parlamento.
Muitos Portuenses, Lisboetas, e suas famílias, tiveram que deixar a sua cidade natal, pois essa cambada de parolos chuléticos chegavam com as costas quentes pelos liberais/maçonaria, e se alguém lhes desse um correctivo tinha problemas com as Forças Policiais e a Justiça, era logo apelidado de fascista e perseguido.
A desertificação dos centros das Cidades de Porto e Lisboa, a isso se deveu, em grande parte.
Hoje, os liberais/maçonaria estão com dificuldade em recrutar gente que trabalhe para eles e alimente o esquema, daí a procura por elementos além-fronteiras.
Êsse engajamento antigo sempre me pareceu uma dinâmica espontãnea, nunca me ocorreu mais que isso. Não descurando o caciquismo eleiçoeiro que remonta a 1820 e é sobejamente conhecido.
ResponderEliminarDêste engajamento ser orquestrado, agora, não me resta dúvida. E é de fora. Aquêloutro era doméstico, ou pelo menos parecia, na medida em que era levado a cabo com prata da casa.
Há qualquer coisa com êste mundo que só se explica por conspiração. E bem parece que é ela como as bruxas dos espanhóis. Doutra maneira não se entende.
Cumpts.
Nos Estados Unidos da América do Norte (EUA) esse esquema foi e é muito utilizado, por isso constroem-se grandes guetos ou colocavam-nos a viver em grandes prédios.
ResponderEliminarEste esquema não tem só a ver com votos nas eleições, mas com um leque de actividades mais abrangente de carácter criminoso, e com uma agenda política, económica, e de engenharia social.
Permita-me fazer aqui um parênteses, quando alguém se refere aos parolos, como é óbvio não se está a generalizar ou a referir às nobres, trabalhadoras, e dignas gentes do Interior e das Aldeias de Portugal, mas sim à gentalha parasitária, chulética,incivilizada, invejosa, deformada, estúpida, embrutecida, ignorante, e mal-intencionada, que existe nessas zonas.
Cuido ser a sua uma explicação simples e algo benévola, para não dizer outra coisa. Não queremos crer em bruxas, é o que é…
ResponderEliminarFaz-me muita confusão esta gente agora porque é muita, tôda em idade de ir á tropa, e tôda da seita mafoma. Escondem as mulheres (quando as há) e são ainda mais segregários que os chins (que, venho a notar, debandaram das bandas da Mouraria e adjacências — vêem-se muitos menos).
Segregários são e sòmente se vêem em trabalhinhos de assento (vá que os «barbeiros» façam penteados de pé). Posso estar desatento, mas vejo-os só em lojecas de mercearia sempre vazias, em automóveis de aluguer, a cavalo em motorizadas, em bicicletas a pilhas… — Se vejo um ciclomontanhista dando ao pedal pelas ciclovias do culto que para aí plantaram, é português chapado; mata-se a pedalar para salvar o planeta. Se vejo um cavalheiro dêsses à vela com um pé descansado no pedal e outro no ar a estribar-se dalguma queda — e são quaási todos os que se vêem —, é dos novos portuguêses que rolam albardados com uma caixa no lombo a levar almôço ou o que seja a alguèm. Ora eu não entendo que fôssem precisos tantos barbeiros, taxistas nem estafetas cá nesta cidade. Se vir o I.E.F.P. em linha não é isso que lá procuram. De modo que diga-me alguém: — o qu' é qu' é isto?!…
É isso que me ninguém explica.
Cumpts.
Justamente. Êste é o trôço intramuros tomado de S. Domingos e o que V. intui em ver é o trôço extramuros tomado do postigo de S.Vicente à Guia.
ResponderEliminarCumpts.
Levando o raciocínio por esta lógica, a conclusão última é que a fôrça que norteia tudo é concertada com o poder instituído e, malevolente.
ResponderEliminarRealmente, do que e dado a vêr, é o que mais e mais parece.
Cumpts.