As gordas hoje têm graça… Bem, a graça do costume!…
Numas que aí leio, Bruxelas abre as portas a Costa.
Bruxelas abre…? — Bruxelas é, por conseguinte, singular. Ao contrário de Carlos…
E por Carlos: o Piolhais ou Phiolhais ou Fiolhais, já se lhe entranha o racismo de hoje; tanto que luta por desentranhá-lo de si cuidando que o desentranha dos diários do Einstein. No Einstein é que o racismo não estava, garanto-o. Mas no fundo o [que] Fiolhais arranjou foi maneira de o entranhar lá. Ele que vá traduzindo, pois!… Ele que vá traduzindo. E que vá avisando-nos, no engano de que ele próprio se acha fora tempo e do caldo (caldeirada) de cultura em que se acha e que somos nós, os benévolos leitores, que precisamos do seu aviso sobre racismo e não racismo de hoje, agora e sempre. Incluído, claro, o não racismo do Einstein.
Isto a propósito dos diários do Einstein: longe vai o racismo nestes dias, pois!… (De longe tem vindo ele…)
Desta história dos diários do Einstein, porém, o que me mais encanta é o lugar-comum do encantado que ele, o Einstein, ficou com as varinas de Lisboa. — Melhor! — O que mais me encanta é o encantado que o Fiolhais ficou com aquele encantamento. É mais uma daquelas do amor ao amor que outros têm por nós. Este amor é ainda mais entranhado do que o «racismo» à luz das ideias de hoje. O que eu gostaria de saber é o que de Einstein mais encantou às varinas de Lisboa. Isso, o Fiolhais nem pensou. Pensou em racismo…
Tornando a Bruxelas, bom proveito lá com o Costa. Ou vice-versa.
(Revisto e augmentado às quatro e meia da tarde.)
Bruxelas é o fim de toda a Macacada política.
ResponderEliminarToda a nulidade vai parar a Bruxelas.
ResponderEliminarQuanto a Albert Einstein, é importante referir que o conhecimento matemático que lhe é atribuído na verdade pertencia à sua mulher, Mileva Marić, e não ao primeiro.
Albert Einstein inclusive apropriou-se do trabalho desenvolvido por Henri Poincaré e Hendrik Lorentz.
A própria teoria matemática e física de Einstein foi amplamente batida por Georges Lemaître, padre Católico, matemático, astrónomo, e físico, que criou a Teoria do «Big-Bang».
Disso não sei muito, mas acredito. E era coisa mais pertinente para o Fiolhais espiolhar nos tais diários do que o racismo ou as varinas. Há-de sair-lhe cá uma edição e pêras; coscuvilhices.
ResponderEliminarCumpts.