O compêndio de História do meu 8.º ano apresentou-me uma fascinante pintura: um galeão holandês do séc. XVII disparando um canhão. O ribombar do canhão rompe a calmaria da cena. A canhonada ecoa a longa distância, dissolve-se com o fumo que se eleva e a calma regressa.
Observai as velas sem vento e o espesso fumo branco da descarga. Conseguis ouvir a canhonada?

A canhonada
Guilherme van de Velde, o moço, c. 1670.
Óleo sobre tela, 78,5 x 67 cm, Rijksmuseum, Amesterdão.
(Publicado originalmente em 15/X/2005 às 2h06 da tarde.)
Ouvi, nitidamente... já não há lutas assim, com esta beleza...
ResponderEliminarUm abraço ;)
Afinal há mais alguém que consegue. Cumpts.
ResponderEliminarQualquer livro de Liceu terá o que o Estado (que estiver em vigor) quiser.
ResponderEliminarNa pintura, a calmaria pintada nas velas e no outro navio (à esquerda) faz-me pensar que o artista fez um frete para ter aquilo com que se compram os melões.
Artista que não está com o Poder não pode comprar melões.
cumps
Não há nenhuma embarcação que chegue aos calcanhares do Bota-Fogo, galeão Português, Rei e Senhor dos Oceanos.
ResponderEliminarPor acaso este diz que foi pintado na Holanda mesmo antes da ida do pintor para Inglaterra, ao serviço do Carlos II. Calhando, pintou-o no desemprêgo.
ResponderEliminarCumpts.
ResponderEliminarÉ verdade! O galeão grande S. João Baptista é bem famoso e tem grande história.
Cumpts.
O bota fogo.
ResponderEliminarO poderoso Galeão.
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