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sexta-feira, 31 de março de 2023

Design IKEA / Mobiliário urbano

Lisboa — (c) 2023
«Designer» n/ id., Lisboa — (c) 2023

19 comentários:

  1. Figueiredo31/3/23 19:25

    Havia de ver os novos cobertos para as paragens dos autocarros da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP), para além de muito feias, foram mal concebidas, e inclusive chove lá dentro.

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  2. Quem será o autor da fotografia?
    O IKEA (ou a IKEIA?) dará bom dinheiro por ela.

    Cumpts.

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  3. — Pronto!

    Acha?!…

    Cumpts.

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  4. É o típico de agora. A gèração mais preparada de sempre, bem vê…

    Cumpts.

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  5. Anónimo2/4/23 02:05

    Ingvar Kamprad Eimtaryd Agunnaryd.
    Ingvar Kamprad nome do homem
    Eimtaryd Agunnaryd herdade de nascimento.

    IKEA, acrónimo formado pelas primeiras letras dos nomes do marceneiro e das primeiras letras do local de nascimento.

    O resto é um desenrasca de quem tem medo de ser mal educado para exigir da Câmara ou seja de quem for uma paragem com a protecção que deve ser.

    Cumpts.

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  6. Figueiredo2/4/23 10:32

    Se vier à Cidade do Porto verá que esta situação refiro no comentário acima é mesmo grave.

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  7. Empreendendo de novo no que diz. Os abrigos são feios e não abrgam da chuva. Foi o caderno de encargos. Primou pela forma («design»), não pela função.
    A gèração mais preparada de sempre, bem lhe digo!…
    Cumpts.

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  8. Ora vê! — Ikeia. Tudo o mais é impronunciável.
    :)

    O resto, ó meu Deus! Posso elaborar e não mais saímos disto. Cidadania para compôr estas coisas? Em diálogo com a Câmara?! É escusado. O município só cuida de grandes causas como salvar o planeta, as bicicletas, a cidade dos 15 minutos, as bicicletas, a tropa anti-carro E.M.E.L., as bicicletas…

    O desenrasca bem mais é dalgum vagabundo que se abriga por ali no horário nocturno dos autocarros. Para o município o bom cidadão, bem, mal educado, merece menos que êsse tal vagabundo. Já faltou mais para o confinar às tais reservas de índios dos 15 minutinhos.
    Quanto ao vagabundo, êsse nem existe. Problema resolvido.

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  9. Esqueceu-me de agradecer a explicação. Desconhecia.
    Obrigado!
    :)

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  10. Anónimo3/4/23 00:07

    Agora, vendo bem havia um vidro protector de vento. que foi partido.

    Cumpts.

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  11. Há dois vidros partidos. Talvez só houvesse um papelão da Ikeia.
    Cumpts.

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  12. Anónimo4/4/23 12:37

    Em sua opinião, devemos dizer/escrever Ikeia/IKEA
    ou Ikeia/Ikeia, tratando-se de um acrónimo ?
    Obrigado.

    Cumpts.

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  13. Escrever, em bom rigor, havia de ser I.K.E.A., mas os pontos de abreviação nas siglas foram já mandados às urtigas, bem à conta dos (maus) modos «amaricanos».

    Quanto a dizer, será como se escreve, mas ressalvo que é mais de acordo com o génio da nossa língua pronunciar a sigla como palavra grave — ikêa, ikéa ou ikeia, esta última com um i epentético a desfazer o hiato como em «aldeia», «ideia» &c., e que também é do génio do nosso idioma. Todavia ouve-se muita gente a fazer da sigla uma palavra aguda — ikeá. A mim não calha fácil nem agradável dizê-lo desta maneira. Normalmente refiro-me a essa loja como «a casa sueca», tal como digo «a casa francesa» para me referir ao Leroy. Parece-me este modo de dizer mais elegante e nosso, com um certo gostinho dos velhos tempos e que realça o genuíno falar do nosso bom povo ao referir essas casas comerciais de nomeada sem lhe ferir a nomenclatura estranha que nos sai sempre feia ou desajeitada.
    Cumpts.

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  14. Percival6/4/23 01:58

    O que mais gosto nesses novos abrigos da STCP são os horários dos autocarros do lado de fora: assim, continuamos a apanhar chuva!
    E os buracos profundos que fizeram nos passeios para fixar os novos barracos? Parece que tinham medo daquilo ser roubado ou voar numa dessa tempestades tropicais com nome de caniche!

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  15. Figueiredo6/4/23 12:09

    Os bancos dos cobertos foram mal colocados, não estão na altura correcta e grande parte encontram-se tortos, mas isso faz parte da incompetência e mediocridade da empresa, sendo fácil de resolver esse problema e inclusive a Câmara Municipal do Porto (CMP) e os Portuenses podem sair a ganhar.

    A questão principal e que tem de ser exposta, é, quem escolheu a empresa, quem fez o levantamento no terreno, e quem definiu o número de cobertos a ser instalados, com a agravante de terem sido encomendados cobertos mal desenhados para passeios/zonas que não possuem dimensão para tal; aí é que está o verdadeiro crime.

    Outro ponto de carácter duvidoso, é o facto da Cidade do Porto ter sido retalhada no que toca à instalação desses equipamentos para as paragens dos STCP, se reparar, numas áreas é a empresa dos cobertos defeituosos, noutra é a «JCDecaux».

    O correcto é ser uma empresa a cuidar da produção, manutenção, e instalação, em toda a cidade, de maneira a criar harmonia e identidade, e não é isso que está a acontecer.

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  16. Anónimo6/4/23 12:29

    Obrigado, percebi.

    Cumpts.

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  17. Ante o que vejo, fui a final ver da coisa.
    Consultado o oráculo




    Inversão. Eis o ponto.
    Do oráculo à solução é só inteligência: artificial e natural.

    Cumpts.

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  18. Figueiredo7/4/23 11:20

    E não é só o problema que mete água, se vir os cobertos ao vivo vai reparar que também não têm espaço para acolher os passageiros, os bancos mal desenhados e com uma dimensão exagerada (talvez para cus que metam medo, desculpe a expressão), quanto aos «...abrigos invertidos...», é uma afirmação infundada com o objectivo de justificar o crime cometido à custa do dinheiro dos Portuenses.

    Os cobertos é um exemplo da incompetência, mediocridade, destruição, e criminosa Governação Autárquica levada a cabo pelo Executivo do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» nestes últimos dez anos, que colocaram a Invicta Cidade do Porto de volta aos anos de sub-desenvolvimento e estagnação compreendidos entre 1989 e 2001.

    E se fosse só isto...

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