Como notícia apareceria. Com o jornalismo a sôldo que é só o que há, não, claro. No resto, não vamos mais longe: não houvemos já em tempos uma onda gigante de barlavento a sotavento em directo nas TV? Ora aí tem: jornalismo cervejeiro, é o que é. Cumpts.
Fez-me lembrar Berta Loran, polaca judia que, com a família, se mudou para o Brasil antes do começo da IIGG. Uma actriz notável que vi actuar num dos teatros do Parque Mayer. Tinha uma rábula em que todos os namorados se suicidavam. Um deles era poeta e escreveu: «Num jardim cheio de flores onde canta o colibri, há uma flor que ali medra; essa flor medra para ti» Ele terminava dizendo que não tinha gostado nada da poesia; "deixa pra lá o homem".
Esta notícia nunca apareceria no Inverno
ResponderEliminarProvavelmente com duas ou três fresquinhas vão aparecendo baleias nas praias de Silves
Cumpts.
Como notícia apareceria. Com o jornalismo a sôldo que é só o que há, não, claro.
ResponderEliminarNo resto, não vamos mais longe: não houvemos já em tempos uma onda gigante de barlavento a sotavento em directo nas TV? Ora aí tem: jornalismo cervejeiro, é o que é.
Cumpts.
Só num país de idiotas é que podem medrar investigadores idiotas.
ResponderEliminarO resto é igual ao litro...
Ou merdrar investigadores microidiotas. Intestinais.
ResponderEliminarÉ o caso.
Cumpts.
Fez-me lembrar Berta Loran, polaca judia que, com a família, se mudou para o Brasil antes do começo da IIGG.
ResponderEliminarUma actriz notável que vi actuar num dos teatros do Parque Mayer. Tinha uma rábula em que todos os namorados se suicidavam. Um deles era poeta e escreveu:
«Num jardim cheio de flores onde canta o colibri, há uma flor que ali medra; essa flor medra para ti»
Ele terminava dizendo que não tinha gostado nada da poesia; "deixa pra lá o homem".
cumps