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sexta-feira, 4 de março de 2022

O Cais do Sodré num certo dia de manhã

Cais do Sodré, Lisboa (H. Novais, c. 1937)
Cais do Sodré, Lisboa, c. 1937.
Horácio Novais, in bibliotheca d' Arte da F.C.G.

6 comentários:

  1. Já então existia a James Rawes!

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  2. Anónimo4/3/22 14:48

    Assim ficou reconstruído o velho prédio pombalino do Grand Hotel Central, que o Eça descreve nos Maias. Desapareceu o prédio e o hotel, passando os prédios daquela Praça a ser utilizados, exclusivamente, por empresas ligadas ao import-export e transporte marítimo.
    Interessante o enquadramento da foto com o pequeno ardina ao lado do automóvel de corrida e o "fogareiro" a dar uma afinação no seu carro de praça.

    Cumpts.

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  3. Assim é. Fundada «Knowles, Rawes & Co.» em 1860, renomeada «James Rawes & Co.» em 1896 e, em 1946 para «James Rawes & C.ª Lda.», à portuguesa. Hoje, como as empresas são em cachos, chamam-lhe grupo.
    Cumpts.

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  4. O prédio é o mesmo. A função é que mudou. Foi mudando.
    Cumpts.

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  5. Mandarinia7/3/22 05:32

    Mais uma foto maravilhosa. Em cima à direita os "escritos" a indicar a disponibilidade para arrendar.
    E os automóveis!!! Alguém saberá qual é aquele a que se encosta o ardina? Parece quase um carro de brincar.

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  6. O carrinho «de linhas» pode ser um MG K. Não arrisco muito.
    E o que tem o motorista a fazer de macânico pode bem ser um dêstes… Já vimos um aqui…
    Também não arrisco muito.
    Pode ser que alguém no-lo(s) descubra.
    :)
    Cumpts.

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