Há com cada uma que, f…-se!
Não houve até agora um sapiens sapiens que achasse um remédio para a malvada doença com que a prostituída imprensa em geral e o Observidor em particular espavoriram o mundo. Sòmente uns artistas de nomeada tiraram da cartola umas injecções macacas com que inocularam milhares de milhões de cro-magnons como panaceia una e inigualável para tôdo género homo — uma «vacina» a modos de iogurte ultrapasteurizado com uma validade de para aí uns três meses. — E agora génios de altíssimo coturno descem a nós frágeis mortais das cidades e subúrbios com uma revelação antediluviana: a razão de os humanos andarem tôdos com cara de mascaralhos nesta era de Wuhan foi a lascívia luxuriante e incontrolável por achatar a curva dos homens das cavernas de há quarenta mil anos.
Acrescente-se VIH em vez de HIV.
ResponderEliminarSim, sim! Escapou-me isso. E dêmos já de barato que dizer «vírus HIV» era já dizer vírus a dobrar também.
ResponderEliminarObrigado!
Desde a pré-história que, felizmente, há uns tontos fazendo ou escrevendo palhaçadas.
ResponderEliminarApesar do cieiro, rimo-nos.
Melhor remédio é rir, sim.
ResponderEliminarCumpts.