Discordando de si algumas vezes, não posso deixar de o elogiar pelo seu esforço na senda da exploração e da divulgação do passado deste paiseco. Vexa é uma "anomalia" nos blogues deste paiseco.
Muito interessante. Uma pérola: Vauxhall(?)utilitária 1963, com o pisca lateral de bandeirola. Julgo haver, agora, duas linhas de carros eléctricos para a Travessa de São Tomé. Via-se cartazes colados na parede, venda de selos postais, pouco trânsito automóvel e tudo nas calmas. Agora com a covid'ada também assim foi, mas há três anos víamos "do que está a dar", com centenas de carrinhos de feira com turistas, transformando Lisboa numa feira de lojecas, comes e bebes e esplanadas por todo o lado, nem as Escadinhas do Duque escaparam, pouco faltou para aparecer uma esplanada de pasteis de Belém à entrada dos Jerónimos. Ao longo dos anos, Lisboa sempre foi um bocado "do que está a dar". Os senhorios de prédios de habitação transformaram os rés-do-chão e até o 1º. andar, desde as antigas lojas de penhores a sapatarias, agências bancárias e cervejaria, por todo o lado.
Muito bom. Muito bom, também, o processamento fotográfico. Depois, há a Lisboa sem graça, a do Casal Ventoso que parece continuar na mesma, e a das casas sobre uma encosta em permanente ameaça de desabamento. Deixo-lhe um postal antigo dessa zona, por onde não passa 'o amarelo da Carris'. https://mosaicosemportugues.blogspot.com/2021/11/lisboa-rua-maria-pia.html Votos de uma boa semana!
Pareceu-lhe um Vauxhall, mas põe dúvidas. Talvez venhamos a descobrir. Tem razão, no mais, com essas galinhas dos ovos de ouro. Tanta sofreguidão deita muito a perder, mas que, cá está, êsse que se perde não é tangível. E, paradoxalmente, dos ovos de ouro também se lhe não acha a riqueza ao depois. Fadário miserável!
Evidentemente que este "Mosaico" é em sentido figurado utilizado em palestras de cariz religioso, melhor dizendo de cariz religioso/evangélico brasileiro. Aqui no Bic temos aguentado sem nunca entrarmos em "mosaicadas". A fotografia, dos anos de 1940, do recém inaugurado Viaduto Duarte Pacheco, "mosaicando" o Casal Ventoso, é do tempo em que ainda não se verificavam graves problemas sociais relacionados com consumo de estupefacientes e degradação das habitações verificados em anos posteriores. O "Mosaico" da droga é blá-blá e dá um faduncho para por a chorar as pedras da calçada, também conhecido como populachorento.
Ótimo! Por momentos, pensei que a edição fosse brasileira. Como não estou, de momento, em casa, não pude verificar. Cumprimentos, e votos de uma excelente semana.
Discordando de si algumas vezes, não posso deixar de o elogiar pelo seu esforço na senda da exploração e da divulgação do passado deste paiseco.
ResponderEliminarVexa é uma "anomalia" nos blogues deste paiseco.
Cumps (como Vexa manda)
Que linda fotografia!
ResponderEliminarObrigada pela partilha!
Não é esfôrço, é gôsto. Talvez dêle não merecer o elogio, que lhe todavia agradeço. Obrigado!
ResponderEliminarFolgo de ter agradado.
ResponderEliminarObrigado eu!
Muito interessante.
ResponderEliminarUma pérola: Vauxhall(?)utilitária 1963, com o pisca lateral de bandeirola.
Julgo haver, agora, duas linhas de carros eléctricos para a Travessa de São Tomé.
Via-se cartazes colados na parede, venda de selos postais, pouco trânsito automóvel e tudo nas calmas.
Agora com a covid'ada também assim foi, mas há três anos víamos "do que está a dar", com centenas de carrinhos de feira com turistas, transformando Lisboa numa feira de lojecas, comes e bebes e esplanadas por todo o lado, nem as Escadinhas do Duque escaparam, pouco faltou para aparecer uma esplanada de pasteis de Belém à entrada dos Jerónimos.
Ao longo dos anos, Lisboa sempre foi um bocado "do que está a dar". Os senhorios de prédios de habitação transformaram os rés-do-chão e até o 1º. andar, desde as antigas lojas de penhores a sapatarias, agências bancárias e cervejaria, por todo o lado.
Cumpts.
Muito bom. Muito bom, também, o processamento fotográfico.
ResponderEliminarDepois, há a Lisboa sem graça, a do Casal Ventoso que parece continuar na mesma, e a das casas sobre uma encosta em permanente ameaça de desabamento.
Deixo-lhe um postal antigo dessa zona, por onde não passa 'o amarelo da Carris'.
https://mosaicosemportugues.blogspot.com/2021/11/lisboa-rua-maria-pia.html
Votos de uma boa semana!
Lisboa sem graça é toda ela, hoje.
ResponderEliminarJá tinha lido o seu texto da Rua Maria Pia, que agradeço. Pena (lamento de lho dizer) o mosaico lá ser brasileiro…
Cumpts.
Pareceu-lhe um Vauxhall, mas põe dúvidas. Talvez venhamos a descobrir.
ResponderEliminarTem razão, no mais, com essas galinhas dos ovos de ouro. Tanta sofreguidão deita muito a perder, mas que, cá está, êsse que se perde não é tangível. E, paradoxalmente, dos ovos de ouro também se lhe não acha a riqueza ao depois. Fadário miserável!
Cumpts.
Evidentemente que este "Mosaico" é em sentido figurado utilizado em palestras de cariz religioso, melhor dizendo de cariz religioso/evangélico brasileiro.
ResponderEliminarAqui no Bic temos aguentado sem nunca entrarmos em "mosaicadas".
A fotografia, dos anos de 1940, do recém inaugurado Viaduto Duarte Pacheco, "mosaicando" o Casal Ventoso, é do tempo em que ainda não se verificavam graves problemas sociais relacionados com consumo de estupefacientes e degradação das habitações verificados em anos posteriores.
O "Mosaico" da droga é blá-blá e dá um faduncho para por a chorar as pedras da calçada, também conhecido como populachorento.
Cumpts.
Com essa do mosaico em brasileiro é que me 'liquidou'! Mas não entendi: refere-se ao postal?
ResponderEliminarÓtimo! Por momentos, pensei que a edição fosse brasileira. Como não estou, de momento, em casa, não pude verificar.
ResponderEliminarCumprimentos, e votos de uma excelente semana.
À cacografia. «Retratação» não é «retractação», «atos» nem sei o que seja em português, e um completo &c. ao resto.
ResponderEliminarLastimável.
Cumpts.
Óptimo sem pê é edição brasileira. Sem margem de dúvida.
ResponderEliminarCumpts.
O tal Vauxhal parece-me um Morris.
ResponderEliminarMas posso ter a memória avariada,tinha então quinze anos,eu não o carro.
Cumprimentos.
José
Boa! Austin A35.
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