Do criado de mesa ao caixeiro de balcão, os símplices histéricos de medinho que rebentavam de autoridade ante mim quando… é vê-los agora; pio calado, trombil na focinheira. Sempre lhes tapa as vergonhas, mas, nem se dão conta. Alguns, como o da farmácia, deixam-nos ainda brincar ao carnaval. — «Nos estabelecimentos de saúde é obrigatório. Nós somos um estabelecimento de saúde.» — Tive de lhe explicar. — «Não senhor! Vós sois um estabelecimento de doença. Houvesse a gente saúde, ninguém cá parava.»

Pharmacia Formosinho, Restauradores, [s.d.]
Ferreira da Cunha, in archivo photographico da C.M.L.
ah!ah!ah!
ResponderEliminarCasa de Saúde do Telhal, Centro de Saúde de Sete Rios
Cunpts.
Tanta saúde sem remédio.
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